ACERVO PESQUISADO - BIBLIOGRAFIA - CONTRA CAPA
REFERÊNCIA ONOMÁSTICA - APÊNDICES - GLOSSÁRIOS
1.
ALBUQUERQUE,
Júlio César Cruz de. O sobrenome Albuquerque é ancestral de muitas
famílias tradicionais do Nordeste do Brasil. Com o tempo, alguns ramos da
família Albuquerque se juntaram com as famílias Tenório, Cavalcanti e Holanda.
Em Pernambuco, existem os ramos Tenório Cavalcanti de Albuquerque e o Pinto de
Miranda.
2.
ALENCAR,
Alisson Andrade Da Fonseca. Uma das histórias relatada é a de Bárbara Pereira
de Alencar que segundo ele foi uma comerciante e revolucionária brasileira.
Primeira presa política do Brasil, para tanto, é considerada uma heroína da
Revolução Pernambucana e da Confederação do Equador. Era avó do escritor José
de Alencar, e o também escritor Paulo Coelho é seu descendente em sexta
geração. Nascimento: 11 de fevereiro de 1760, Exu/PE. Falecimento: 18
de agosto de 1832, Fronteiras/PI.
3.
ALVES,
Deimison Rodrigo. O sobrenome Alves é de origem portuguesa e espanhola, abreviando
Áves, Alves e Álvares, significando 'filho de Álvaro'. Patronímico, ou
seja, é formado a partir do "nome do pai". ÁLVARES, Diogo.
Esposo de Clara Gonçalves, moradores na Ilha de São Miguel, Portugal, pais de
Gonçalo Vaz. Tetravós paternos de Rodrigo de Medeiros Rocha e Sebastião de
Medeiros Matos.
4.
ALVES
BEZERRA, Francisco Canindé. Transmissor de nomes de governadores potiguar, ou
de um lado ou de outro. Aluísio Alves, José Augusto Bezerra e outros. Canindezinho,
longe dos redutos da governadoria reside em São José de Mipibu, no Rio Grande
do Norte, cuja história está relacionada com a religiosidade e com o rio que
brota do solo. Em 16 de outubro de 1845, a vila de São José do Rio Grande
foi elevada à categoria de cidade, passando a se chamar cidade de Mipibu. A
cidade já foi palco de grandes eventos e exibições dos folguedos populares do
rico folclore nordestino.
5.
ALVES
de Lima Junior, Ivanaldo. O genealogista caicoense Sinval Costa recebeu
a Comenda de Honra ao Mérito Vila do Príncipe. “O Seridó tem avançado
muito nesse campo da genealogia. Em 80 anos de vida, ele dedicou parte dos seus
dias ao estudo da genealogia. No seu livro “Os Álvares do Seridó e suas
ramificações”, ele realizou uma pesquisa de campo nos principais acervos
judiciais, eclesiásticos e civis da região do Seridó originando a obra.
6.
AMÂNCIO,
Nelson da Costa. A família Amâncio é originária de Portugal. O nome
Amâncio vem do latim Amantius, que significa "Aquele que ama" ou
"Amante". O sobrenome Amâncio surgiu quando alguém era chamado
de "Fulano filho do Sr. Amâncio" ou "Fulano filho de
Amâncio" e, posteriormente, "Fulano do Amâncio". Esta
designação foi transmitida aos seus descendentes na forma de
sobrenome.
7.
ANDRADE,
Orestes de. Em meados de 1725, o Sargento-mor Manoel Esteves de Andrade,
oriundo da capital paraibana, estabeleceu-se na região do Acari, após adquirir
o sítio ‘Saco dos Pereiros’ por meio de compra feita ao seu parente Nicolau
Mendes da Cruz. Durante sua permanência, foi perseguido pelos chamados
"caboclos brabos", remanescentes dos tapuias. No momento de perigo,
em meio à fuga, Manoel Esteves recorreu à proteção de Nossa Senhora da Guia,
prometendo que, caso escapasse ileso e conseguisse firmar os pés em segurança,
construiria uma capela em sua homenagem no local. Mantendo sua promessa, ergueu
a capela como símbolo de sua devoção e gratidão, marcando a história do sítio e
da região.
8.
AOUN,
Eduardo FERREIRA. Uma das origens mais proeminentes do sobrenome Aoun
remonta ao Oriente Médio, especificamente ao Líbano. A família Aoun é bem
conhecida na sociedade libanesa, com indivíduos com este sobrenome ocupando
posições de poder e influência. Acredita-se que o nome Aoun tenha se originado
de um ancestral comum ou grupo familiar, solidificando seu lugar como um
sobrenome libanês proeminente. O Líbano, um país com uma história rica e uma
herança cultural diversificada, é o lar da família Aoun há gerações. O
sobrenome costuma estar associado a uma região ou vila específica do Líbano,
enfatizando ainda mais a natureza unida desse grupo familiar. Outra
possível origem do sobrenome Aoun pode ser encontrada na França. Com uma
comunidade significativa da diáspora libanesa residente na França, não é
incomum encontrar indivíduos com o sobrenome Aoun na sociedade francesa. Esta
conexão destaca o alcance global do nome Aoun e sua presença em vários países
ao redor do mundo. Acredita-se que o sobrenome Aoun pode ter sido trazido para
a França por imigrantes libaneses em busca de novas oportunidades e uma vida
melhor. Como resultado, o nome Aoun tornou-se sinônimo da comunidade
libanesa-francesa, mostrando a resiliência e a determinação daqueles que
carregam esse sobrenome.
9.
ARAÚJO,
Eduardo Marcelo Duarte. Quem melhor divulgou o Instituto Ricardo Brennand,
também conhecido como Castelo de Brennand, é uma instituição cultural
brasileira sem fins lucrativos localizada na cidade do Recife, capital do
estado de Pernambuco. Foi eleito o melhor museu da América do Sul pelo site de
viagens ‘Trip Advisor’. O InstitutoRB possui a maior coleção mundial do pintor
holandês Frans Post, primeiro paisagista das Américas e primeiro pintor da
paisagem brasileira. Abriga ainda um dos maiores acervos de armas brancas do
mundo, com mais de 3 mil peças, entre elas 27 armaduras medievais completas.
10.ARAÚJO Neto, Joaquim
Guilherme de. Seridoense nato que muito contribui com as informações da região.
Guardião de fotos memoráveis, sobretudo de casas das fazendas antigas. Vale
aqui rememorar a figura do Cel. João Damasceno de ARAÚJO PEREIRA (1827/1908), seu ancestral. Filho de Antônio
Pereira de Araújo, e de Maria José de Medeiros, Antônio, filho por sua vez de
João Damasceno Pereira e Maria José de Medeiros, filha do terceiro Tomaz de
Araújo. Casou-se aos quinze anos de idade, tendo sua esposa na época, apenas
treze anos. O casamento foi realizado por sugestão do avô de ambos, o velho
Tomaz de Araújo Pereira, que já se achando cego, achou por bem casar a neta
Tereza, a quem criava.
11.ARAÚJO MEDEIROS, Filipe
Arthur de. Segundo
o descendente do Cel. Joaquim PEREIRA DE ARAÚJO (1825/ 1889), Felipe
Bumba, ele era o coronel Quicoló. Além de comandante superior em Caicó, exerceu
atividades políticas, dentre elas na Assembleia Provincial, como deputado no
Rio Grande do Norte. Quicoló casou com Guilhermina Hermelinda de Souza
Nóbrega, filha de José Alves da Nóbrega e Leocádia Ferreira de Souza.
Enviuvando, contraiu novas núpcias com Teodora Bezerra de Jesus, viúva de
Antônio Pereira de Araújo, irmão de Pe. Tomaz de Araújo Pereira. Filipe Bumba
atenta ainda para não confundir com Joaquim Pereira de Araújo que nasceu em
1774, casado em primeira núpcias com Josefa Freire de Medeiros, filha de
Antônio Tavares dos Santos e Rita Maria da Conceição que é o genitor de Joaquim
Pereira de Araújo (Quincoló) de mesmo homônimo. Em segunda núpcias casou
com Maria dos Santos Silva, filha do casal Antônio da Silva e Souza e Teresa
Maria Rocha. Informa a tradição familiar que Maria dos Santos Silva era,
na realidade, filha do terceiro Tomaz de Araújo Pereira, que a gerou em Teresa
Maria Rocha, ao tempo em que a mesma ainda era solteira. Constatado o estado de
gravidez de Teresa, fez-se o casamento da mesma com o velho português Antônio
da Silva e Souza, já então viúvo de Dona Adriana de Holanda de Vasconcelos, aos
24 de junho de 1794. Nascendo a criança no mesmo ano, ou no princípio do seguinte,
foi batizada sob a paternidade de Antônio da Silva e Souza. Filipe, além de
advir desse ramo do Quicoló também vem dos Medeiros de Araújo, os famosos
‘Bumba’ do Acari.
12.ARAÚJO MEDEIROS, Ricardo César de. Daqui destacamos
outro conterrâneo e parente Antônio Quintino de ARAÚJO MEDEIROS
(1883/1967), residente em Currais Novos genitor do historiador que leva o seu
nome, inclusive publicando livros de história da cidade. MEDEIROS, Antônio
Quintino de Araújo (1883 - 1967). Genitor de Edwirges
Enedina de Araújo (1891–1971); Antonio Quintino Filho (1911–2010); Maria
Emilia de Araújo (1913–2003); Leonora Medeiros (1915–1915); Isabel
Adeladina de Medeiros (1916–?); Eleonora Medeiros de Araújo (1917–1996); Francisco
das Chagas Medeiros (1918–1918); Leonor Medeiros (1919–1921); Jose
Quintino de Medeiros (1920–1974); Edwirges Medeiros (1922–?); Judite
Medeiros (1923–1923); Antonieta Medeiros (1924–2011); Marta Medeiros
Lopes (1925–2005);Manoel Medeiros (1926–1926); ROZALIA MEDEIROS (1927–2020); Iracema
Medeiros (1929–1929); Iraci Medeiros (1931–1931). MEDEIROS, Ana Maria
de Jesus (1881 - 1945). Filha de Pedro Paulo de Medeiros Dantas e de Maria
Benta de Albuquerque. Sendo irmã de João Raphael Dantas. Bisneta do Capitão
Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1797-1857).
13.ARAÚJO Souza,
Romário André de. De Thomaz de ARAÚJO PEREIRA nascido em 1799 seus
descendentes migraram e andaram por todo o Nordeste. Dos muitos também o
encontramos em Nísia Floresta, São José do Mipibu, Goianinha além do solo
paraibano etc.
14.ARAÚJO, Tércio
Barbosa Silva. Nesse ponto evidenciamos Sargento-mor Thomaz de ARAÚJO PEREIRA II, (1740/1799).
Faleceu na região onde foi por muitos anos denominado "Sertão
de Bruxaxá". Com o tempo devido a um riacho que possuía bancos de areia
muito brancas, o povoado passou a ser chamado de Brejo d'Areia, Paraíba.
Filho do Tenente Coronel Thomaz de Araújo I e de Maria da Conceição Mendonça.
Esposo de Teresa de Jesus Maria de Medeiros Rocha. Pai de Thomaz de Araújo
Pereira (o primeiro presidente da província do Rio Grande), Manoel Pereira de
Araújo, Felipe de Araújo Pereira, Joaquim de Araújo Pereira e mais nove irmãos.
15.ARÔXA, João Henrique
Santos. Sobre a origem de seu nome temos que é um apellido de origen
vasco. Vem de Oyarzun, província de Guipúzcoa. Os seus descendentes
provaram a sua nobreza na Ordem de Santiago. No Arquivo Militar de Segóvia
existem arquivos pessoais de qualidade honesta. Com base em referências de
historiadores da época e outros descobertos por Araldis nos arquivos cadastrais
de cidades e outros privados, poderíamos afirmar, mas não assegurar, que este
escudo ou outro muito semelhante a ele, apareceu inicialmente entre os séculos
XI e XIV. século, nomeadamente na campanha contra o Islão que acompanhou os exércitos
de D. Alfonso, senhor de Molina e irmão de Fernando III, o Santo Rei de Castela,
na batalha dos campos de Jerez em 1231 contra Aben Hud. As referências a esta
família parecem especificar-se com maior frequência dos séculos XV a XIX,
especialmente os acontecimentos da guarda do Duque de Féria que se encarregou,
juntamente com o Duque de Sabóia, da defesa das freiras na pilhagem das tropas
espanholas em San Quentin em 27 de agosto de 1557.
16.AZEVEDO, Júlio
Soares. Falar do sobrenome Azevedo é trazer a origem portuguesa, da Quinta
de Azevedo, que recebeu esse nome por ter arbustos espinhosos. A palavra
"azevedo" vem do português arcaico e significa "terreno onde
crescem azevos", ou seja, azevinhos. O sobrenome Azevedo é comum em
Portugal e na Galiza, onde aparece sob as formas Acebedo e Acevedo.
17.AZEVEDO SANTOS,
Maciel. Antônio de Azevedo Maia, ancestral de Maciel, que nasceu em
Portugal, no ano de 1706, casando, na Paraíba, em 1730, com Josefa Maria
Valcácer de Almeida Azevedo, filha do capitão Paulo Gonçalves de Almeida e de
Maria Valcácer de Almeida, por influência do tio, capitão Pedro da Costa
Azevedo. Faleceu em Caicó, antiga Vila do Príncipe no ano de 1798. O
historiador e genealogista Sebastião de Azevedo Bastos, do Instituto Histórico
e Geográfico Paraibano, na obra "No Roteiro dos Azevedo e Outras Famílias
do Nordeste" revela bem essa história. Imperioso ainda falar sobre Felinto
Elísio de Oliveira Azevedo que nasceu na Fazenda “Sombrio”, no município de
Jardim do Seridó-RN em 1852, filho do Tenente-coronel Manuel Ildefonso de
Oliveira Azevedo e dona Teresa Florinda de Jesus. Era bisneto de Antônio de
Azevedo Maia Júnior. Felinto foi Capitão (1877) e Coronel (1893) da Guarda
Nacional, sendo a carta-patente deste último posto assinada pelo Marechal Floriano
Peixoto, então Presidente da República, exercendo as funções de Promotor
Público, nos períodos 1885-86 e 1891-98. Na política foi chefe de partido,
Vereador e Prefeito no seu município, Deputado Provincial (duas vezes),
Deputado Estadual no Regime Republicano (sete vezes), Vice-Presidente da
Assembleia Legislativa Estadual e, por força desta posição, ocupou o cargo de
Governador, em caráter interino, também em duas ocasiões.
18.BARBOSA Filho, Manoel
Roberto Honório. Manoel Barbosa foi o primeiro a acreditar nesse trabalho,
adquirindo o projeto antes mesmo de sua concepção inicial. Em que pese assinar
BARBOSA, estamos diante de um membro da família Simonetti que tem origem
em Giovanni Battista Simonetti, um cidadão genovês que chegou ao Recife por
volta de 1820. Segundo o primo de Barbosinha e estudioso Ormuz Barbalho
Simonetti, entre os anos de 1822 e 1824, GIOVANNI embarcou no porto de Recife, com destino à
cidade de Belém do Pará. Perto das praias de Tibau do Sul e Pipa, naufragou.
GIOVANNI conseguiu se salvar, ficando em Tibau do Sul. Em 1825, casou-se com
Gertrudes Guilhermina Barbalho, filha de Antônio José da Costa Barbalho e Maria
Germana Freire do Revoredo, esta última descendente do capitão-mor Bento Freire
do Revoredo. Outro ocorrido misterioso é que o neto de GIOVANNI, chamado João
Baptista Simonetti, decidiu, a exemplo do avô, viajar para outra região do
país, desta vez indo para o sul. Partiu do porto de Natal a bordo do vapor
Bahia e, quando estava nas águas de Pernambuco, seu navio foi abalroado pelo
vapor Pirapora. João teve o mesmo destino do avô: um naufrágio, mas com
trajetórias opostas. Recebeu do avô a seguinte mensagem: “Prossiga viagem!” Tempos
depois, João chegou à cidade de Vitória, no Espírito Santo, onde permaneceu
pelo resto de sua vida. Representa a família SIMONETTI na terra capixaba.
19.BARBOSA Silva, Thiago.
De uma ilustre e antiquíssima linhagem portuguesa, esse sobrenome faz
referência a um lugar com muitas barbas de bode ou barbas de velho, uma espécie
de planta. Na verdade, o nome deriva de Quinta e Honra de Barbosa, na freguesia
portuguesa de São Miguel das Rãs.
20.BEZERRA de Palhares,
Daniel. Ele vem daquele meio de mundo pertencente ao Coronel José Bezerra
de Araújo Galvão que assumiu a presidência da Intendência de Currais Novos em
1892. Administrou com probidade, respeito e construiu, inclusive, uma cadeia
pública. Autoridade temida e de muita ordem, as mesmas virtudes Daniel
Bezerra ostenta. Nessa cadeia só ficava um guarda para abrir e fechar a
grade e todos obedeciam a ordem emanada. Os próprios presos se trancavam e
passavam a chave. E ai de quem fugisse. O coronel contemporâneo Daniel da mesma
linha sanguínea, vai no mesmo caminho, basta única regra divulgada.
21.BEZERRA Ferreira, Maria
Roberiana. O termo BEZERRA vem do latim ibérico para cabrito montês,
ibicis ou ibicerro, usado para designar o novilho, macho ou fêmea que não
desmamou – em asturiano, bicerro; em espanhol, becerro; em português, bezerro.
Os genealogistas apontam a Galícia como sendo o berço dessa família surgindo
mais ou menos por volta do Século XII.
22.BEZERRA, Nenilvan
Rodrigues. Natural de Acari/RN e nasceu em 1972. Sobrinho do emérito político
Tarcísio Bezerra Galvão. Nenilvan também tem se destacado no legislativo de seu
município, seguindo os passos de seu tio e alguns parentes da família ‘Bezerra’
que sempre foram evidência no cenário político. É considerado cabeça do parlamento,
o levantamento considerou o protagonismo no processo legislativo, confirmado
pela sua capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e
formulações.
23.BEZERRA da Silva,
Romildo. Capitão Cipriano Bezerra de Araújo Galvão (1809/899) foi o esposo
de Izabel Cândida de Araújo, cunhado do Pe. Tomaz Pereira de Araújo,
genro de Antônio Pereira de Araújo (1781/1851) e de Maria José Pereira de
Araújo (1788/1858). Ainda segundo o historiador Anderson Tavares de Lyra, o
Coronel Cipriano foi Promotor Público Interino de 1841 a 1843, não se
olvidando que em 1832 participou da legião seridoense que marchou contra o
caudilho Pinto Madeira. O destacado historiador traz a sua
descendência de forma organizada afastando dúvidas acerca dos troncos
seridoenses.
24.BRITO Conceição,
Gilvan. Sempre está protelando para o mês subsequente a leitura de suas
próprias raízes e, para tanto, de bom alvitre ventilar a importante família
potiguar para que o baiano tome ciência - BRITO GUERRA - que surge com o
Pe. Francisco (1777/1845) responsável pela incorporação do Seridó ao
Rio Grande, que a Paraíba não nos ouça (...). O padre era filho de Ana
Filgueira de Jesus e de Manuel da Anunciação Lira, nascendo na Fazenda Jatobá,
município de Campo Grande, Rio Grande do Norte. Faleceu no Rio de Janeiro
a 26 de fevereiro de 1845. Eram seus sobrinhos o padre Manuel José
Fernandes, Manuel Lúcio de Brito Guerra (deputados provinciais) e o Barão de
Açu Luís Gonzaga de Brito Guerra, bacharel em Direito, ministro do Supremo
Tribunal de Justiça.
25.BRITO, Robério Xavier
de. Filho de Vivaldo Pereira de Brito. Aqui é se faz necessário destacar os
PEREIRA DE BRITO, de início trazemos a figura do Cel. Joaquim Servita
Pereira de Brito (1866/1920) que era filho do Padre Modesto Pereira de Brito e
de Joaquina Gonçalves Cavalcante. O coronel foi o esposo de Thereza Augusta
Bezerra de Araújo (1875/1952), irmão de Mônica Maria da Ressurreição Pereira de
Brito (1869/1898), Maria Euzébia da Assunção Brito (1865/1889), José Carlos
Pereira de Brito (1871/1915), Maria Isaura Pereira de Brito (1875/1964), Alice
Pereira de Brito, Pedro Paulo Pereira de Brito (1869/?) e Enrique Pereira de
Brito. Não se olvide que o Cel. Joaquim Servita Pereira de Brito Intendente
do Acari de 1911/1913 e 1917/1919 e está sepultado em túmulo suntuoso na mesma
cidade).
26.BUSTORFF FEODRIPPE de Oliveira, Thúlio. General de
coragem e confiança oriundo do povo germânico. Achamos um clã estabelecido
na meso região da zona da mata paraibana representeado por Almir Bustorff
Feodrippe Quintão que nasceu em 16 de agosto de 1958, filho de Maria Do Carmo
Bustorff Feodrippe Quintão. Ela faleceu em 26 de novembro de 2017, em João
Pessoa, Paraíba, Brasil, com 59 anos. O sobrenome mais comum na Alemanha é Müller,
seguido de Schmidt, Schneider, Fischer e Meyer. Na Alemanha, as crianças
só podem ter um sobrenome. Se um cidadão alemão se casar ou nascer na
Alemanha, ele deve ter apenas um sobrenome. Se houver dois sobrenomes,
eles devem ser combinados com um hífen. A lei alemã permite que casais
mantenham seus sobrenomes originais. Para saber se tem ascendência alemã,
é possível rastrear a árvore genealógica até os ancestrais alemães. Para
isso, é possível usar registros genealógicos, como certidões de nascimento,
óbito ou casamento, e registros militares e de imigração.
27.CALDAS, Cleidson
Ferreira. é filho de José Wilson Lins Caldas e Maria José Ferreira Caldas. Um
nobre amigo, prestativo e de coração generoso, Cleidson é primo do
Desembargador Cláudio Manoel de Amorim Santos, filho de dona Olânia Caldas de
Amorim Santos. Além disso, Cleidson, conhecido como "Zero Dois",
também é parente de Calpurnia Caldas de Amorim Neta e do Monsenhor Ônio Caldas
de Amorim, que lecionou a disciplina de latim nos idos dos anos 1990, ajudando
muitos a superar as etapas exigidas pela universidade.
28.CALDEIRA, Victor de
Albuquerque. Vamos falar de Francisco Caldeira de Albuquerque que foi o Segundo
Conde da Borralha, título que lhe foi conferido a 11 de janeiro de 1908 pelo
Rei D. Carlos. Formado em Direito foi Par do Reino e presidiu à Câmara
Municipal de Águeda de 1923 e 1926. Colaborou em diversas revistas culturais,
mais assiduamente no “Arquivo do Distrito de Aveiro”, tendo publicado, em
1940, 'Portugal dentro e fora de casa, fator de civilização Mundial',
sendo, ainda, autor de um trabalho historiográfico sobre o Hospital de Águeda,
datado de 1941.
29.CAMPELO, Marcelo da
Silva. Sobrenome toponímico ibérico e italiano, com origem no
latim campellus, diminutivo de campus, “campo”. É nome de localidades em
Portugal (Campelo, Baião), Espanha (Campello, Alicante), Suíça (Campello,
Ticino) e Itália (Campello, Perugia; e Campiello, Trentino). Num artigo procurou-se
trazer a lume uma pequena parte referente a “um estudo de caso, sobre o
assassinato do tenente Cleto Campelo e suas representações na cidade de Gravatá-PE”
- pesquisa em andamento, realizada por nós no mestrado em História da Universidade
Católica de Pernambuco. Episódio que
culminou com o supracitado crime, no ano de 1926. Tenentismo em Pernambuco.
30. CARDOSO, Nádia
Gabriela Oliveira. O sobrenome Cardoso tem origem na Espanha, cujo vocábulo
latino remete ao terreno que é abundante em cardos. É um sobrenome comum
em Portugal e na Galiza. A família Cardoso possuiu a Quinta do Cardoso, em
São Martinho de Mouros, e foi senhores da honra de Cardoso. A sequência de
gerações é conhecida a partir de Dom Hermigo Cardoso, que vivia em Lamego nos
tempos do rei Dom Afonso III. Os pesquisadores do Seridó deram
notícia de um português fino pelas bandas do Bico da Arara. E cita que o
português Francisco Cardoso Santos foi também um patriarca-mor na ribeira do
velho Acauã. Grande fazendeiro criador de gado bovino. Consta que o Capitão-mor
Cipriano Lopes Galvão foi seu genro. Outros pesquisadores foram um pouco mais
longe e deram outras notícias da família CARDOSO na região de Apodi.
31.CARNEIRO DE CARVALHO, Fábio. O
sobrenome Carneiro tem origem portuguesa e espanhola e é derivado da palavra
latina carnarius, que significa "açougueiro" ou "aquele que
trabalha com carne". Existem várias versões sobre a origem do
sobrenome Carneiro, entre elas: Uma origem ocupacional, atribuída a pessoas que
trabalhavam na indústria da carne ou que eram criadores de ovelhas; Uma origem
judaica sefardita, muito frequente entre famílias desta origem; Uma origem
francesa, uma adaptação portuguesa do sobrenome francês Mouton, que significa
carneiro; Uma origem como alcunha para uma família de pastores de
carneiros/ovelhas em Portugal. É bastante comum em Portugal, Brasil e em outros
países de língua portuguesa.
32.CASTILHO, Hellen Camila
Alves. O sobrenome Castillo é encontrado na Espanha, no México e no Peru. Castilho(s) é sobrenome toponímico espanhol, com origem
em um lugar fortificado ou castelo, de castillo, do latim castrum ou castellum.
Os
sobrenomes espanhóis podem ter origem em nomes de família, lugares, descrições
ou ofícios. A família Castilho tem origem na Cantábria, perto de Santander, na
atual Espanha. No século XVI, João de Castilho e Pedro de Castilho vieram para
Portugal, e um sobrinho de João Castilho casou-se na vila de Castelo Branco em
1520. No Pernambuco inclui, entre outros, Antônio Bezerra de Castilho e
Francisco Bezerra Castilho que nasceu em Pernambuco em 1899. Casou-se
com Joana Rodrigues da Silva em 1952, no Recife, e tiveram pelo menos uma
filha. Pai de Antônio Bezerra de
Castilho.
33.CASTRO Queiroz, Joari
de. Falando do sobrenome CASTRO podemos destacar que tem
origem toponímica, derivando de centenas de castros (do latim castrum)
espalhados pela Península Ibérica, principalmente na região noroeste. A
palavra CASTRO tem origem pré-romana e significa
"castelo". Joari é um grande profissional na montagem e edição de
vídeos. Trata-se de um processo
que consiste em selecionar, ordenar e ajustar os planos de um filme ou outro
produto audiovisual qualquer a fim de alcançar o resultado desejado - seja em
termos narrativos, informativos, dramáticos, visuais, experimentais, etc. Por
orientação e incentivo dele o canal @literaturadoserido entrou em atividade em
2024 trazendo uma personalidade da literatura seridoense a cada mês.
34.CASTRO, Javan. Existem
vários membros da família Castro na Paraíba, incluindo Severino Pereira de
Castro que nasceu em 1893 em Paraíba, Brasil, e teve pelo menos 7 filhos e 2
filhas com Josefa de Almeida Castro. Faleceu em 31 de março de 1964, em sua
cidade natal, com 71 anos.
35.CASTRO Luciano, Riozi
de. O sobrenome CASTRO já está delineado acima, contudo de
RIOZI não temos notícia, a não ser do médico Riozi Hojo, que atua na capital
paulista. O sobrenome Hojo está associado ao clã Hōjō, uma família de regentes
do Shogunato Kamakura, no Japão. Os Hōjōs detinham o poder de governo, muitas
vezes de forma ditatorial, e foram responsáveis pela expulsão dos Mongóis. O
Clã Hojo tardio, um daimyo no Período Sengoku. A cidade japonesa de Hojo, na
província de Ehime, que foi dissolvida devido à expansão de Matsuyama. O
sobrenome Hojo pode ser encontrado na Eslováquia, no Japão e nos Estados
Unidos. O sobrenome LUCIANO, por sua vez, é encontrado em vários
países, incluindo: Porto Rico, Itália, México. O nome Luciano deriva de
Lúcio, através do grego Loukianós e do latim Lucianus. Tem origem na mesma raiz
de lux, que significa "luz".
36.CASTRO da Silva, Tiago. Oportuno falar de Ney
Leandro de Castro. Caicoense, professor, poeta, escritor, contista, ensaísta
(...). Anfitrião de eventos relevantes que abrigou a moderna literatura
norte-rio-grandense, é membro da academia potiguar de letras.
37.CIPRIANO Neto,
Cassimiro Manoel. Colega amigo que não nos deixa no meio da estrada, inclusive,
saiu de sua rota e rotina para alcançar livros no CATALIVROS situado
na Av. Pres. Getúlio Vargas, 86 - Lj 01 - Centro, Campina Grande - PB,
58400-052 e fazer chegar até em nossa mão. O agnome 'NETO' é um elemento do
nome que serve para diferenciar pessoas de uma mesma família que têm o mesmo
nome. É um elemento facultativo que deve ser inserido após o
sobrenome. Alguns exemplos de agnomes são: Filho, Júnior, Neto, Sobrinho,
Segundo, Terceiro.
38.CIPRIANO dos Santos,
Sammir. Cyprianus derivado do latim. Cipriota natural do Chipre. Cyprius
também era o nome de uma rua na antiga Roma, a Rua Cípria. Por devoção,
Cipriano foi usado como nome próprio e segundo nome antes de ser adotado como
sobrenome. Cipriano também está relacionado com algumas figuras históricas
tais como: Cipriano de Cartago, santo romano do século III; Cipriano de
Antioquia, santo romano do século III/IV; Cipriano (mestre dos soldados),
oficial bizantino do século VI; Cipriano de Constantinopla, Patriarca ecumênico
de Constantinopla no século XVIII.
39.CORREIA, Halley
Fernandes. Descendente do patriarca CAETANDO DANTAS CORREIA, além de lhe correr
nas veias o sangue azul dos FERNANDES PIMENTA gente da melhor estirpe que
sempre foi comando por onde passa, não importa a época ou geração.
40.CORTEZ, Jonath Levy. O
sobrenome Cortez é de origem portuguesa e masculina, e tem origem no nome
próprio Elias. No Rio Grande do Norte, a família Cortez descende de
Nicolau Cortez, um italiano que chegou à comunidade de Maniçoba no século XIX e
formou famílias.
41.CORTEZ Rabelo DANTAS, Rafael.
Seu Arthur Dantas Cortez e Emília Dantas Cortez andaram por Acari e são os
pais do Padre José Dantas Cortez, Manoel Cortez, Assunção Cortez,
Lindemberg Cortez, Margarida Cortez, Gracinha Cortez.
42.COSTA Silva, Bruna Priscila da. Os 'COSTAS'
norte-rio-grandenses assemelham-se à descendência flamenga que é predominantemente neerlandesa,
mas também inclui descendentes de imigrantes de outros continentes. A região
da Flandres, que hoje corresponde ao norte da Bélgica, fazia parte dos Países
Baixos no passado.
43.COSTA, Fabiano
Fernandes da. Quanto à origem de seu sobrenome Fernandes,
de matriz luso-espanhola, com equivalentes em outras línguas, como Hernández em
castelhano, podemos afirmar que, na região, ele tem raízes no Douro, no norte
de Portugal. Recentemente, foi comprovada uma ligação entre os Fernandes e a
descendência sefardita, povo que, como é sabido, foi perseguido tanto pela
coroa espanhola quanto pela portuguesa, o que forçou muitos a emigrar para as
colônias, especialmente para Recife, nos séculos XVI e XVII.
44.COSTA, Roberto Robson
da. O sobrenome COSTA é um dos mais populares no mundo, originário da
Itália e presente em vários países, incluindo Portugal, França, Espanha, Suíça,
Brasil, Canadá, Estados Unidos, Argentina e outros.
45.CUNHA, Cícero Giuseppe
Gomes da. Vamos destacar os GOMES da Paraíba pelo clã GOMES DE MELO. O
Cel. Manoel Salustino Gomes de Macêdo nasceu em Picuí, esposo de Dona Ananília
Regina de Araújo e genitor do Des. Tomás Salustino que foi primeiro Juiz de
Direito indicado para a Comarca de Currais Novos, nascido em 06/09/1880,
formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife.
46.CUNHA, Hugo Rafaell
Rodrigues da. De Portugal e Galiza, sendo documentado desde o século
XIII. RODRIGUES, CAVALCANTE (...) a olho nu não se nega que é mais um
descendente dos
neerlandeses, lembrando que estes estiveram no Nordeste do Brasil entre 1630 e
1654, quando foram expulsos por portugueses e colonos de Pernambuco,
ficando as sementes do Zezão.
47.DANTAS DOS SANTOS,
Amanda Cristina. Parente de Dom José Adelino Dantas que nasceu em 1910, descendentes
dos Azevedo/Maia e dos Correia/Dantas.
48. DANTAS, Margarida
Ozaneide. Toponímico português oriundo das Antas, no antigo concelho de
Coura, atualmente Esposende.
49.DANTAS, Washigton de
Lima. O vocábulo vem do latim antae ou antarum, plural da palavra “anta”,
pilastras das portas ou dos contrafortes.
50.DIAS, Andrier Marcelo
Marinho. Ancestral comum: Branca Dias (1515-1585). Nasceu na hoje Viana do
Castelo, norte de Portugal, cristã-nova do período colonial brasileiro, teve
que migrar para o Brasil. Esposa do comerciante português Diogo
Fernandes. Recebeu do donatário Duarte Coelho a sesmaria de
Camaragibe, onde fundou um engenho de cana de açúcar. O ano de 1540, Diogo
veio na frente preparar o terreno para trazer a família para o Brasil, deixando
Branca e os filhos em Portugal. Branca Dias não somente era uma das raras mulheres
que sabiam ler no Brasil do século XVI, foi também a primeira judia a praticar
o judaísmo nas Américas. No Rio Grande do Norte a Dra.
Kyvia Bezerra Motta desbravou a descendência de Branca Dias ligando à matriarca
D. Adriana Lins de Vasconcellos, fazendeira pioneira de Currais Novos/RN. D.
Adriana é tetraneta de Maria de Paiva que era neta, por sua vez de Branca
Dias. Fernando Bezerra Galvão, descendente de D. Adriana de
Vasconcellos e de Cipriano Lopes Galvão, é considerando o maior genealogista da
região Seridó, ratifica a pesquisa supramencionada.
51.DINIZ, Gustavo Raniere
de Macedo. O sobrenome Diniz é de origem portuguesa e é um patronímico, ou
seja, deriva do nome de um fundador da família. O nome que deu origem ao
sobrenome foi Dinis ou Denis, que é uma forma abreviada do nome francês
Dionísio. Numa breve história de São João do Príncipe (povoado) identificamos
que o ano de 1686 foram concedidas sesmarias medindo sete léguas de comprimento
por sete de largura acima do rio Sabugi e estendendo-se por uma légua abaixo da
serra do Sabugi a Francisco Barbosa, José Barbosa Diniz, Antônio Martins do
Vale e ao alferes Pascoal Rodrigues do Vale, considerados os primeiros
situadores de povoação. Família Diniz - Família foi uma das primeiras a
colonizar o povoado, após concedidas as Sesmarias ás margens do Rio Sabuji. O
nome de José Barbosa Diniz, aparece nos registros de datas e Sesmarias, do
livro da capitania do Rio Grande do Norte. Sesmarias nº 65 em 1686.
52.DUARTE Soares, Marcus
Tadeu. O sobrenome Duarte tem origem germânica e significa "guardião da
riqueza". É formado pelas palavras "Ead" (rico) e
"Weard" (guardião). Dom Duarte, conhecido como "o
Eloquente", ajudou a tornar o nome famoso após chegar ao trono de Portugal
em 1433. Tadeu está ligado por consanguinidade a Francisco
Duarte Ferreira Filho. Este foi político, médico e agropecuarista brasileiro,
sendo natural de Mossoró, nascido na noite de natal de 1905. Ele foi
senador e faleceu em Brasília, quase na noite de natal de 1973.
53.FAGUNDES, Júlio César
dos Santos. Fagundez ou Fagúndez, em sua forma espanhola trata-se de um
patronímico ibérico e advém do prenome 'fecundo', passando a 'fagundo', do
latim 'facundus', significando eloquente, tendo facilidade em
falar. Importante também destacar a figura de São Facundo foi um
mártir em Leão (Espanha) do século IV. Que ligação tem com o meu grande
professor de história Theodorico Fagundes de Currais Novos?
54.FÉLIX Neto, Adriano.
Sobrenome latino (ibérico e italiano) com origem na Inglaterra, França,
Alemanha e entre os judeus asquenazes. Procede do latim felix, “fecundo”, “afortunado”, “favorecido dos deuses” ou
“feliz”. É conhecido e usado como identificação desde a
Antiguidade. Foi usado pelo senador e cônsul romano Faustus Cornelius Sulla
Felix. Na Idade Média, tornou-se muito popular como nome próprio, sendo o
nome de mais de sessenta santos e de cinco papas (de Félix I a Félix
V). Como nome de família está presente no Brasil desde pelo menos o começo
do século 17, com o capitão Jacques Félix, o “Flamengo”, com origem nos
Flandres, Bélgica. Seu filho Belchior Félix se casou, no Rio de
Janeiro, por volta de 1639, com Ana Sarmenta.
55.FÉLIX, Ana Maria.
Graduada no curso superior de Licenciatura em Letras - Português o qual lhe
permite ser capaz de entender o funcionamento da Língua Portuguesa e sua
respectiva literatura. Ciente da estrutura da língua de um povo, bem como sua história,
literatura, seus meios de comunicação e como ocorreu a construção de cultura a
partir da linguagem. Conseguiu expandir seu entendimento sobre os fatos da
língua e das linguagens, bem como sua aplicação em problemas de ensino e
aprendizagem. Além de desenvolver inúmeras habilidades e reter conhecimento de
uma forma simples, prática e objetiva. Curso reconhecido pelo MEC. Por isso nos
relatou sobre a história de Santana do Matos, no Rio Grande do Norte, que deu
início na Fazenda Bom Bocadinho, do português Manoel José de Matos. A cidade
surgiu após Manoel José de Matos prometer cultuar Sant'Ana, construindo uma
capela e imagem votivas. A partir daí, o povoado foi se desenvolvendo e, em
1821, foi reconhecido como freguesia.
56.FERNANDES PIMENTA
Filho, Aurino. Sobre os FERNANDES PIMENTA, eis conteúdo pertinente: O patriarca
português Antônio, do Douro, viveu por muitos anos na vila de Mamanguape, na
Paraíba, de onde se transferiu, mais tarde, para o Sertão do Panema, Ribeira do
Assu, no Rio Grande do Norte. Dessas duas vilas, sua descendência se espalhou.
Ativa participação na estrutura política, social e econômica. Associada a
tradicionais famílias do sertão pernambucano. O casal fixou residência em
Nossa Senhora das Neves-PB, depois em Brejo de Areia-PB e depois na fazenda
Riacho do Pimenta em Augusto Severo, Rio Grande do Norte, antiga e atual Campo
Grande. De Brejo de Areia mudou-se para o Rio Grande do Norte. Também se tem
notícia de um Intendente eleito em 1889 na cidade de Apodi, Antônio Carlos
Fernandes Pimenta.
57.FERNANDES dos Santos,
Cristiane. Sobre
o nome da onomástica luso-espanhola - FERNANDES - com correspondentes em outras
línguas, v.g., HERNÁNDEZ em castelhano, podemos afirmar que na nossa região ela
tem origem em Douro, norte de Portugal. Bem recente comprovou-se a ligação com
a descendência sefardita. Este povo, como cediço foi perseguido pela coroa
espanhola, bem como o mesmo ocorrendo em Portugal o que, notadamente forçou a
vinda para a Colônia, em território correspondente a Recife, nos idos dos
séculos XVI e XVII.
58.FERNANDES Silva,
Izequiel. De bom alvitre lembrar que o Cel. Ezequiel de Araújo Fernandes
FERNANDES (1843/1904) era filho de Cosme Damião
FERNANDES (1779/1851) e de Isabel Maria de Araújo Fernandes
(1802/1873). Foi Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional da
Comarca do Seridó e o primeiro Juiz de Paz. Casou com Tereza Maria Bezerra
de Araújo, filha do Cel. Cipriano Bezerra Galvão e Izabel Cândida de Jesus.
59.FERREIRA de Oliveira,
Jone Jack. Outro FERREIRA da Paraíba, que nos indicou a Livraria do Luiz,
tradicional ponto para a difusão da cultura e do conhecimento de João Pessoa,
alcançando, acredite, cinco décadas de existência.
60.FONSECA C. Macêdo, Jéssica
Beatriz. O
sobrenome Fonseca é de origem espanhola e portuguesa, e tem origem toponímica,
vindo do latim fons sicca, que significa "fonte seca". Comum
entre judeus sefarditas, e diversos judeus notórios eram assim chamados desde o
século XV. Pode ainda ter as seguintes variantes: Fonseka, Fonsequa,
Affonseca, D´Affonseca. Tanto os ‘FONSECAS’ como ‘MACEDO’ são famílias
tradicionais, possuidoras de grande latifúndio no Vale do Açu.
61.FRAGOSO de Carvalho,
Silvanio. Toponímico português de origem latina fragous, local ou terreno com
muitas pedras, lugar rochoso. Existem referências como nome de família
desde o século XIII, durante o reinado de dom Dinis (1261-1325).
62.FREIRE Quirino, Fábio Chrystopher. O sobrenome Freire é de origem galega, na Espanha, e faz parte
da onomástica da língua portuguesa desde o século XIV. A palavra
"freire" também pode significar: Membro de ordem religiosa e militar,
Frade. Já o sobrenome Quirino tem origem no nome de uma divindade romana que
representava o Estado: Na mitologia romana, Quirino era o nome de um deus que
representava o Estado romano. Na Roma de Augusto, Quirino era um epíteto de
Jano, como Jano Quirino. Quirino era representado como um homem com barba e com
roupa religiosa e militar. Seu festival era a Quirinália, realizada no dia 17
de fevereiro. Quirino foi citado na Eneida, de Virgílio.
63.FREIRE, Tiago Augusto
Oliveira. Do
Seridó de Tiago Augusto vamos revelar Josefa FREIRE de Medeiros, filha de Antônio
Tavares dos Santos e Rita Maria da Conceição e que foi esposa de Joaquim de
Araújo Pereira, nascido em 1774, e faleceu na Cidade do Príncipe de morte
natural no dia 11/03/1889.
64.GALVÃO, Reinaldo Paiva. Origem portuguesa. Pouco
se sabe sobre a origem dessa família, pois na verdade sua origem é incerta.
Talvez seja originário da palavra gavião, ave de pequeno porte. Já outros
acreditavam que o termo surgiu da palavra carvão. Mas no Seridó potiguar
essa família se sobressai nas origens e formação de clãs. Temos notícias de
dois nobres e abastados patriarcas um em Currais Novos, Cipriano Lopes Galvão
(1700/1767), e o outro na Vila do Príncipe, Antônio Pires de Albuquerque Galvão
(1797/1857). Necessariamente, o seridoense que recebe esse sobrenome advém de
um ou dos dois patriarcas supramencionados.
65.GARCIA, Ivanaldo
Barros. GARCIA de
Sá Antônio, é uma pessoa da Ilha de São Miguel, Açores, que tem um ramo da
família no Rio Grande do Norte, em Caicó. O nome Seridó pode ter
origem no linguajar dos tapuias, onde "ceri-toh" significa
"pouca folhagem e pouca sombra", uma referência às características da
região. Mas o erudito Magno Arlindo tem uma outra versão digna de consideração.
66.GOMES, Clession
Marcelino. Graduado em Letras, dedicado a estudos literários e
científicos, inclusive está confeccionando um livro que aborda
suas aventuras no deserto de Atacama com pintadas de
psicologia e filosofia que são disciplinas que estudam o ser humano, in
casu concreto, os próprios colegas, com diferenças e semelhanças, interpretando
os mesmos fatos de maneiras distintas. Tal deserto está
localizado na região norte do Chile até a fronteira com o Peru. Com cerca de
1000 km de extensão, é considerado o deserto mais alto do mundo.
Lugar perigoso que foi desafiado pelo colega araripinense. O sobrenome
Marcelino deriva do nome Marcelo, através do latim Marcellinus. Existem
variantes do nome, como Marceolina, no feminino, e Marcelim, no masculino.
O sobrenome Marcelino está presente em vários países, incluindo o Brasil, o
México e as Filipinas.
67.GONZAGA SILVA,
Landerson Fernandes. Gonzaga é um sobrenome de uma família nobre italiana. O
ramo principal da família, os Gonzaga de Mântua, governou a cidade de Mântua
como Senhores, Marqueses e, a partir de 1530, como Duques. O ducado de Mântua
ficava no sudeste da Lombardia, no norte da península Itálica.
68.GUEDES ALCOFORADO Neto,
Martinho. A família ‘Guedes Alcoforado’ era conhecida na capitania por sua
presença desde antes do domínio holandês, por suas atuações em cargos
administrativos, patentes militares e/ou ordenanças, e também pela posse de
terras e de engenhos. ‘Guedes Alcoforado’ alinhou-se totalmente contra os
holandeses na Capitania, Lutando na Restauração da Bahia, na Guerra de
Pernambuco, e como digo acima, em batalhas contra o domínio holandês. Citamos
alguns membros do clã/; João Guedes Alcoforado, Afonso Guedes Alcoforado,
Felipe Guedes Alcoforado, e Pedro Guedes da Silva. O sobrenome
Guedes é galego-português. O patriarca da família foi Gonçalo Vasques
Guedes, fidalgo do reino da Galiza, que se fixou em terras lusitanas no tempo
de João I. Não tem como esconder o desmedido prestígio e respeito a qual
os ‘Guedes Alcoforado’ gozam nas terras pernambucanas, paraibanas,
etc.
69.GURGEL, André
Cavalcanti. Parente próximo do Monsenhor Walfredo Dantas Gurgel (1908/1971),
filho de Pedro Gurgel do Amaral e Oliveira e Joaquina Dantas Gurgel. Sempre
filiado ao PSD foi eleito deputado federal em 1945 e segundo
suplente de deputado federal em 1950 chegando a exercer o mandato mediante
convocação. Em 1960 foi eleito vice-governador do Rio Grande do
Norte na chapa de Aluízio Alves, enfrentando Djalma Marinho, cujos
sobrinhos querem repetir a história no avizinhado ano de 2026.
Walfredo renunciou a vice governança após ser eleito senador em 1962.
No entanto, em 1965 venceu a eleição de Mariz, tornando-se o 41º
governador do RN, na última disputa pelo voto direto que perdurou até
1982.
70.HENRIQUES Porto,
Raphael de Oliveira. O sobrenome MIRANDA HENRIQUES surgiu do casamento
entre Aires de Miranda - 1460/1498 - e Briolanja Henriques celebrado por
volta de 1484. Ela, filha de D. Fernando Henriques, segundo Senhor de
Alcáçovas, com sua mulher D. Branca de Melo, senhora de Elvas. Já Aires de
Miranda, que foi alcaide-mor de Vila Viçosa, era filho de Martim Afonso de
Miranda, 'o Cavalo', Segundo Morgado de Patameira, com D. Genebra Pereira de
Figueiredo. Oportuno destacar o personagem Manuel Lobo de Miranda
Henriques (1789/1856) nasceu na capital da Paraíba, membro da
família MIRANDA HENRIQUES. Foi presidente das províncias de Alagoas, de 19
de maio de 1831 a 26 de novembro de 1832, do Rio Grande, de 23 de janeiro a 31
de julho de 1833, e da Paraíba por duas vezes, de 3 de março a 14 de abril
de 1838 e de 17 de março a 7 de abril de 1839.
71.JACOB da Silva, André.
Mais um holandês entre nós, vou apostando que ele gosta de música clássica
europeia. A herança holandesa no Brasil é evidente em vários aspectos da
cultura e da economia. Os holandeses
deixaram no Brasil a primeira ponte do país, ruas calçadas, saneamento,
palácios. Até na linguística nordestina é legado vivo. Não obstante, Portugal
tentou de várias formas 'abafar' a transmissão natural neerlandesa, contudo impossível
o seu barramento de importante cultura.
72.JOTA, Fabiano RODRIGUES.
Tem-se notícia da família JOTA, na cidade de Santana do Matos e, nessa região a
arte rupestre, é rica e diversificada. Pesquisas recentes revelaram a
existência de 75 sítios arqueológicos na região central do RN denominada
"Área Arqueológica de Santana". Apenas dois daqueles sítios estão
registrados pelo IPHAN como patrimônio histórico. O povoado foi iniciado nas
proximidades da capela com o nome de Santana do Pé de Serra, passando
posteriormente a ser chamado de Santana do Matos, num vínculo direto com a
capela que lhe deu origem. Outras famílias tradicionais do lugar. Família
Assunção - Joel Assunção, político, comerciante e pecuarista. A família foi se
destacando na pecuária. Família Carvalho - Manoel Ribeiro de
Carvalho, homem de negócios, foi um dos incentivadores do avanço da
agropecuária no município. Senhor de engenho, casou mais não deixou filhos.
Família Galvão - Lauro Pires Galvão, foi tesoureiro do Grêmio Literário do
Município.
73.LEITE, Rubens Thiago da
Silva. Filho de Rubens Almir Leite Batista. Neto de Gesumira Farias Leite dos
Santos, nascida em São José do Egito no Pernambuco em 1930. Bisneto de
Francisco de Cerqueira Leite e de Josefa Farias Leite. Oliveira Lêdo deu origem
a outras linhagens de pessoas nobilitadas e importantes, como os Farias Leite,
os Félix Araújo, os Henriques de Castro, entre outras. Rubens nos fala da
história do padre João Leite Gonçalves, conforme citação de seu pai que é um
homem dedicado às pesquisas da região do Pajeú está localizada no estado de
Pernambuco e é formada por 17 municípios, incluindo Serra Talhada, Sertânia,
Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Custódia, Flores, Santa Terezinha,
Carnaíba e Verdejante. Mas ainda falando sobre o afamado padre que era filho Cláudio
Leite de Andrade e Josefa Gonçalves de Andrade. Ordenação plesbiterial
realizado por dom José Antônio de Oliveira Lopes, no dia 2 de abril de 1927. Além
de sacerdote foi político. Doou 42 anos de vida a Itapetim, falecendo a 1 de
dezembro de 1969. Também localizamos o sobrenome Farias em
seus antepassados, e citamos alguns como Clementino Monteiro de Faria Filho que
nasceu em 30 de setembro de 1875, em Rio Grande do Norte, Brasil, seu pai,
Tenente-Coronel Clementino Monteiro de Faria, tinha 32 anos e sua mãe, Paulina
Umbelina dos Passos Monteiro, tinha 26 anos. Ele casou-se com Laurentina Laura
Monteiro Mariz em 21 de janeiro de 1898, em Serra Negra, Rio Grande do Norte,
Brasil. Ele era irmão do Presidente da Província, Juvenal Lamartine de Faria.
74.LEMOS do Nascimento,
André. Vamos destacar a figura de Anna Joaquina Jansen para essa conversa.
Ela nasceu aproximadamente nos idos de 1787, em São Luís, Maranhão. O seu pai,
Vicente Gomes de LEMOS Albuquerque, tinha 28 anos e sua mãe, Rosa Maria Jansen
Moller de Castro, tinha 22 anos. Ela teve pelo menos quatro filhos e duas
filhas com Izidoro Rodrigues Pereira. Faleceu em 11 de abril de 1869 aos 83
anos, e foi sepultada em São Luís mesmo. Vale a pena pesquisar sobre essa
mulher, uma vez que algumas lendas envoltas a sua figura histórica.
75.LIMA, Francisco Cláudio
de. Foi um agente político, eleito para sua função pelo voto direto e
secreto da população. Ele trabalhou no Poder Legislativo de Pilões que fica
situado na região do Alto Oeste potiguar distante 380 quilômetros a
oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de
aproximadamente 83 km², e sua população no censo de 2010 era de
3 453 habitantes. Muito conversar com ele, bem como ouvir suas análises
políticas, isentas de paixões são certeiras.
76.LIMA, José Carlo de. O
sobrenome Lima tem várias origens e significados: Pode derivar do latim limia,
que significa "esquecimento". Pode ter origem no latim limes,
que designava cercas ou paliçadas que protegiam as fronteiras ou fortificações
militares romanas. Pode derivar do rio Lima, em galego Limia, ou de
diversos lugares denominados Lima.
77.LINS Neto, José Marcionilo de Barros. Natural de Currais
Novos-RN, e nasceu em 1954. Filho do ex-prefeito e odontologista Gilberto de
Barros Lins e da ex-vereadora Terezinha Lins, sendo descendente de Maria
Marciolina de Vasconcelos Lins e de uma das figuras mais importantes de
sua cidade-natal, o empresário Tomaz Salustino Gomes de Melo. Foi deputado
estadual. Em 2004, venceu as eleições para prefeito, pelo Partido
Socialista Brasileiro para o período de 1 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro
de 2008.
78.LINS, Sued Puskas
Bezerra. Nascido em Galvanopólis, descendente da matriarca Vicência Lins
de Vasconcelos (1757/1827), primo do prefeito José Marciolino Barros de
Lins Neto e do governador da Paraíba João Azevedo Lins Filho. A família Lins é
provavelmente encontrada no Brasil, Estados Unidos e Alemanha. Para saber mais
sobre a família, é possível explorar coleções históricas, como certidões de
óbito, registos de nascimento e dados de imigração. Maria
Marciolina Lins de Vasconcelos (1837/1920) foi a esposa de Cipriano Lopes de
Vasconcelos Galvão. Genitora de Ladislau de Vasconcelos Galvão.
79.LIRA, Wisterlaneo Caio
de Oliveira. O parceiro do relíquo holandês refugiado pernambucano nas horas de
descanso. Mas vamos falar de Aurélio Lira Tavares que foi um general do
exército brasileiro, membro da junta militar que governou o Brasil
durante sessenta dias, de 31 de agosto a 30 de outubro de 1969.
80.LIRA Nascimento,
Eduardo. O sobrenome Lira tem origem na Ilha da Madeira, em Portugal, e a sua
descendência no nordeste brasileiro é abordada no livro Liras: o nome e o
sangue, uma charada familiar no Pernambuco colonial. Desse clã destaque-se para
Augusto Tavares de Lyra que foi governador do RN, ministro da Justiça e
Negócios Interiores do governo Afonso Pena e ministro da Viação e Obras
Públicas no Governo Venceslau Brás; Deputado e Senador da República. Natural de
Macaíba é tio do grande historiador contemporâneo Anderson Tavares de Lyra.
81.LOPES de Souza Barros,
Melquizedeque Tahan. Descendente do Capitão-mor
Cypriano LOPES GALVÃO, (1750/1813). Filho do Coronel
Cipriano Lopes Galvão e de Adriana de Holanda Vasconcellos. Nasceu
em Igarassu, Pernambuco. Foi trazido pelos pais em 1754 para o sítio
Totoró. Casou-se com Vicência Lins de Vasconcelos II, filha de
Francisco Cardoso dos Santos e Teresa Lins de Vasconcelos. Ele teve 10 filhos e 5 filhas com Vicência Lins de
Vasconcelos II (1757/1827): Cypriano
Lopes Galvão Júnior (1769/1809); Anna Lins de Vasconcellos
(1770/1879); José Lopes Galvão (1775/); João Lopes Galvão (1776/); Gonçalo
Lopes Galvão (1780/); Trajano Lopes Galvão (1780/); Francisco Lopes
Galvão (1781/1851); Joaquim Lopes Galvão (1787); Adriana de Holanda e
Vasconcellos (1790/); Manoel Lopes Galvão (1777/1825);Sebastião Lopes
Galvão (1782/1846); Vicência Lins de Vasconcelos III
(1783/1852); Antônio Pio Galvão (1785/); Maria Manoela de Vasconcellos
(1789/).
82.MACEDO Lima Filho, Miro
Stênio de. Não sei por qual motivo, o destino nos reservou o 'esbarramento' em
várias capitais do país - Belém, Macapá, Fortaleza, Vitória - sempre enviando
notícias. Cel. Manoel Salustino Gomes de Macêdo (1857 - 1942) contraiu
matriônio com Ananília Regina de Araújo (1859 - 1948). Filhos do casal: Thomaz
Salustino Gomes de Mello casado com Tereza Bertina Bezerra de Araújo
Galvão; Maria Regina de Araújo (D. Sinhá), casada com Antônio Othon de
Araújo; Aristides Telésforo Gomes de Mello casado com Maria Amélia
Gomes; Rita Alzira de Araújo casada com Antônio Bezerra de Araújo Galvão;
Lindolfo Salustino, solteiro; José Salustino Gomes de Mello casado com
Antônia Bezerra de Oliveira (Bitônha); Adélia Alina Salustino de
Araújo casada com Félix Bezerra de Araújo Galvão; Francisco Leônis
Gomes de Assis (Assis Salustino) ex-prefeito de Currais Novos e de São
Thomé-RN, casado com D. Aura Galvão; Alcindo Gomes de Mello,
ex-prefeito de Currais Novos, casado com Maria das Dôres Gomes.
83.MAFRA, Rafael
Fernandes. Ostenta patronímico de toponímia portuguesa, com origem
em MAFRA, município na área metropolitana de Lisboa e, a versão mais
popular para a sua origem etimológica é que proceda do árabe mahafra, adaptação
de mahafr, plural de mahfra, “cova”, alusão à localização do lugar durante a
ocupação islâmica da Península Ibérica.
84.MARCOLINO, Rutem de
Oliveira. Família muito antiga e nobre de Fano,
que é, no entanto, originária de Gubbio, chamada Marcolini ou Marcolino,
lembrada desde 950, com um Pier Maria, morando, de fato, em Gubbio. Em 1280, um
Marcolino, por ser gibelino, foi expulso com todos os seus descendentes e,
pouco depois, na pessoa de seu filho Ranieri-Peruzzo e filhos, ele se
estabeleceu em Fano, onde, em breve, foram admitidos no Conselho Nobre e
portanto, entre os nobres Fanesi. Lenzolo, morando em 1367, foi várias vezes
embaixador dos senhores Malatesta de Fano; Pietro, morando em 1420, era
conselheiro; Giovanni, morando em 1444, era um teólogo distinto e, mais tarde,
bispo de Nocera; Francesco, em 1470, tornou-se Gonfaloniere e capitão das
tropas e, junto com seu irmão Galeotto, fundou o convento de S. Maria fuori le
Mura; Matteo, morando em 1450, era advogado e consultor. Este último teve dois filhos:
Ludovico e Matteo. Do ramo potiguar podemos citar João da Silva Marcolino que nasceu em
dezembro de 1938, em Mossoró,
Rio Grande do Norte, filho de Manoel Marcolino de
Farias e Leonor da Silva. A família Marcolino é tradicional na política de
parte do Oeste potiguar, v.g., a declaração de apoio à candidatura de Zineuda
Macedo na cidade de Governador Dix Sept Rosado.
85.MARINHO DA SILVA,
Mayara. Sobrenome ibérico com origem em uma alcunha primitiva
alusiva ao mar, do latim Marinus, “marinho”, “do mar”. Recife é uma cidade
histórica, multicultural e vibrante, capital do estado de Pernambuco. A sua
história pode ser resumida da seguinte forma: A cidade surgiu por volta de
1537 como Ribeira de Mar dos Arrecifes, uma praia de pescadores e ancoradouro. A
povoação do Recife começou em 1561. A cidade foi ocupada pelos holandeses
entre 1637 e 1654. Durante a ocupação holandesa, a cidade foi renomeada
para Maritzstad (Mauricéia), em homenagem a Maurício de Nassau.
86.MARQUES de Oliveira,
David. O sobrenome Marques tem origem patronímica, ou seja, está
relacionado com a filiação de uma pessoa. Significa "filho de Marco"
ou "filho de Marcos".
87.MARQUES, Gidigley da
Costa. Em 10 de maio de 1944, no meio da Segunda Guerra Mundial, um avião
anfíbio PBY-Catalina americano em um vôo de rotina de Belém para Recife caiu no
do Rio Grande do Norte. Todos os dez membros da tripulação, marinheiros dos EUA
morreram no acidente. Residentes de Riachuelo/RN – famílias simples,
agricultores testemunharam o acidente e foram os primeiros a tentar socorrer as
supostas vítimas. Eles carregaram os vitimados de carroça puxada por burros e
bois, enterrando-os no cemitério local. Em que pese esta cidade nos ser
anunciada por Marques como “terra do queijo”.
88.MATIAS Bezerra,
Joseilton. O sobrenome MATIAS é de origem batismal e tem origem
hebraica, significando "presente de Deus". O referido sobrenome
fora adotado por famílias descendentes de alguém com este nome, como
apelido.
89.MEDEIROS, Adriano LÚCIO
de. Nos remete a figura do importante músico Felinto Lúcio Dantas nascido no
Sertão do Seridó, compôs valsas, mazurcas, dobrados e peças sacras. Uma parte
do seu repertório está registrada em partituras que se encontram em mãos da
família, em arquivo pessoal. Em 1982 gravou depoimento para o programa
“Memória viva”, da TV Universitária.
90.MEDEIROS, Cesar Eduardo
Rosa de. Filho de um oficial superior do Exército Brasileiro responsável
por planejar e conduzir as ações organizacionais do exército, sendo um cargo
que exige experiência. Sendo Medeiros, teve a quem puxar, considerando que
em 5 de fevereiro de 1789, por ato assinado pelo Governador e
Capitão-general de Pernambuco e Capitanias Anexas, Dom Tomás José de Melo, foi
nomeado para ocupar o posto de Sargento-mor das Ordenanças da Vila do Príncipe,
o senhor Manoel de Medeiros Rocha, proprietário da fazenda Remédios, no atual
município seridoense de Cruzeta. Filho caçula do casal Rodrigo de Medeiros
Rocha e Apolônia Barbosa de Araújo. César tem raiz na ribeira do Sabugi e, que
curiosamente, por volta de 1771 ou 1772, Manoel de Medeiros Rocha e seus
irmãos, adquiriram a fazenda do Riacho de Fora, na ribeira supramencionada. Por
eleição o Capitão-mor Manoel de Medeiros Rocha da Vila do Príncipe, foi
escolhido membro da Junta Governativa da Capitania do Rio Grande do Norte.
91.MEDEIROS Alencar,
Erivan de. Região de São João do Sabugi e Caicó são descendentes dos Medeiros
do Seridó e podem requerer reconhecimento de sua ascendência judaica e obter as
cidadanias portuguesa e espanhola, esclarece o historiador. MIRANDA, Álvaro
Queiroz de. O sobrenome Miranda, considerado muito antigo e de
natureza espanhola, é um derivado da palavra “mirar”, aplicada a um lugar com
bela vista. É equivalente a Mirandes, Miralta e Miralda, pois todos esses
sobrenomes compartilham linhagem, história e brasão. Foi também usado por
judeus na Espanha e em Portugal. O historiador Anderson Tavares de Lyra já
alertava que a região do Seridó possuía raízes judaicas, revelando a
ligação entre Caetano Dantas Correia e Clara Afonso, de Barcelos, filha de
Junca Montezinho e Micol, entre tantos outros ramos ainda mais expressivos. “Os
judeus foram nossos avós” diz o exímio pesquisador.
92.MEDEIROS Júnior,
Francisco das Chagas. Neto de Maria Augusta Praxedes e de Manoel Aprígio Luiz
da Silva. Bisneto de Augusto Praxedes de Medeiros (1895-1976) e de Hosana
Guilhermina de Medeiros (1908-1985). Trineto de Tereza Maria de Medeiros
(1858-) e de João Praxedes de Medeiros (1846-1916). Tetraneto de Joaquim de
Araújo Pereira (1829-1911) e de Apolônia Francelina de Medeiros (1834-1930).
Pentaneto de Antônio Pereira de Araújo (1781-1851) e de Maria José de Medeiros
(1788-1858). O avô de Júnior, Seu Manoel Aprígio, é homem de extrema confiança
de José Braz de Albuquerque Galvão (1896-1983), que tinha, entre suas
responsabilidades, a administração do antigo barracão da Fazenda Talhado. A
fazenda abrigava um casario em estilo colonial, onde se encontrava uma
excelente biblioteca com milhares de exemplares, incluindo toda a coleção de
José de Alencar e uma cópia do livro ‘Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas’,
de Dale Carnegie. Tratava-se de uma biblioteca particular localizada no andar
superior da casa, um diferencial para a década de 1950. Já em 1999, o avô de
Júnior nos relatou, com atenção e detalhes, a vida e os acontecimentos da
Fazenda Talhado no século anterior.
93.MEDEIROS da Silva, João
Batista de. Ele é neto de Joaquim Cândido de Medeiros que, por sua vez era
filho de José Cândido de Medeiros e de Isabel Maria da Conceição e nos remente
à história Lagoa Nova RN. O município
originou-se em meados do século XVIII quando o Coronel Cipriano Lopes Galvão e
sua esposa de Holanda Vasconcelos migraram de Igarassu, Pernambuco, para a
região do Seridó, no intuito de obter terras onde pudessem manter uma criação
de gado. Outra figura que vem à memória é o Cel. BENTO MANOEL DE
MEDEIROS (1910/1961), parente de João Batisa que nasceu em Acari/RN. Ingressou na
Polícia Militar no ano de 1931. Genitor do famoso Delegado potiguar Maurílio
Pinto de Medeiros. O Coronel Bento, como ficou conhecido, marcou época na
segurança do Estado e deixou um legado de conquistas. Teve o
pai assassinado em 1926. Foi delegado de polícia no município de
Lajes, Pau dos Ferros, Goianinha, Pedro Velho, Currais Novos. Em Patu,
no ano de 1956, quando já era capitão e além de ser delegado de polícia
militar, também exercia o cargo de delegado regional com jurisdição em 13
municípios da região Oeste Potiguar. Foi delegado da Ordem Social de
1960 a 1964, na administração do governador Aluízio Alves; chefe da Polinter a
1969; na gestão do Monsenhor Walfredo Gurgel; diretor do
Departamento da Polícia Civil, de 1969 a 1987, passando pelas administrações de
Mosenhor Walfredo Gurgel, Cortez Pereira, Tarcísio Maia, Lavoisier Maia, José
Agripino Maia e Radir Pereira. O Decreto nº 12.837 de 07
Dezembro 1995, que cria a
Medalha de Mérito Profissional Coronel PM Bento Manoel de
Medeiros, destinada a premiar membros das Policias Militares e civis
do Estado do Rio Grande do Norte, que se destacaram ou venham a destacar entre
os demais, de forma eficiente e eficaz no desempenho profissional dentro da
atividade policial.
94.MONTE, Abraão Silva
Alves do. A família Monte é de origem espanhola e alguns dos primeiros ‘Montes’
que chegaram ao Nordeste do Brasil foram irmãos que fugiram da Inquisição.
95.MONTEIRO, Everson
Rocha. Ligado por consanguinidade ao major Manoel Mariz Filho que nasceu em 16
de agosto de 1849 em Serra Negra do Norte. Este era filho de Manoel Pereira
Mariz e Joanna Maria dos Passos. Ele casou-se com Maria Cândida de Medeiros em
16 de agosto de 1896, em Acari, Rio Grande do Norte, Brasil. Eles tiveram pelo
menos 9 filhos e 5 filhas. Ele faleceu em 22 de outubro de 1930, em sua cidade
natal, com 81 anos. Mas Everson também é ROCHA, por conseguinte é MEDEIROS, e
em 2017 o Dr. Anderson Tavares publicou em seu blog um artigo intitulado “Ancestrais dos irmãos Rodrigo de Medeiros Rocha e
Sebastião de Medeiros Matos, troncos da Família Medeiros do Seridó no Rio
Grande do Norte” e deu sequência nas buscas e conseguindo
localizar um documento fundamental, provando a ancestralidade judaica dos
Medeiros do Seridó. O documento é acessível gratuitamente, através do site da
Torre do Tombo.
96.MORAIS, Samuel de Souza
Silva. Aquele que nos remete a figura de José Joaquim Geminiano de Morais
Navarro. Este, foi presidente da Província da Paraíba em 1833 e
da Província de Sergipe, de 29 de outubro de 1833 a 13 de fevereiro de 1835,
nomeado por Carta Imperial. Grande semelhança de um com o outro, mas para
dissimular a aparência tirou a barba para se afastar da imagem.
97.NASCIMENTO, Dihego da
Silva. Dos engenhos de Bruxaxá, em 1648, a expedição em busca de recursos
minerais de Elias Herckmans, então governador holandês da Paraíba, percorreu a
mando de Nassau a região onde hoje se assenta a cidade de Areia sem,
entretanto, nada encontrar. Pouco mais tarde, em meados do século XVII,
desbravadores portugueses percorreram a região, tendo um deles, de nome Pedro
Bruxaxá, se fixado no local à margem do cruzamento de estradas que eram caminho
obrigatório de boiadeiros e comboieiros dos sertões com destino à cidade de
Mamanguape e à Capital. Dada a amizade que fez com os nativos, ali
construiu um curral e uma hospedaria conhecida como “Pouso do Bruxaxá”. A
região foi por muitos anos denominados "Sertão de Bruxaxá". Dihego
sabe do que estamos falando.
98.NASCIMENTO, Edinaldo
Joaquim do. Natural de São José do Mipibu. Mipibu é uma palavra de origem Tupi
que significa surgir subtamente. Em 1630 existia um aldeamento no território,
cujo nome era Mopebu, o maior, mais populoso e o principal entre as seis
aldeias da Capitania do Rio Grande do Norte. No relatório do bragantino Adriano
Wedouche constava que "existiam na capitania cinco ou seis aldeias que
reunidas podiam contar de 700 a 750 índios flecheiros e que a principal flecha
era chamada de Mopebu". A cidade de Nísia Floresta, no Rio Grande do
Norte, recebeu esse nome em homenagem à escritora e poetisa Nísia Floresta
Brasileira Augusta, que nasceu na cidade de Papari, no mesmo estado: O
município de Papari passou a se chamar Nísia Floresta em 1948, por meio da lei
estadual nº 146.
99.NEVES FERREIRA, Bruno.
Neste agradecimento ao chefe Bruno pesa o registro número 497 publicado em
24 de Março de 1759 em que o Tenente Vicente Ferreira Neves e o Tenente
Sebastião de Medeiros, moradores na capitania da Parahyba, disseram que a custa
de sua fazenda e risco de suas vidas, tinham descoberto sobre a serra da
Borborema, sertões, terras devolutas e desaproveitadas, apropriada à criação de
gado bovino e como careciam de terras, pretendiam que se lhes concedesse por
sesmaria de três léguas por uma, para ambos, na dita serra denominada de Albino
Riacho Olho d'Agua Grande, cujas terras confrontam em muita distância
pela parte do nascente com a companhia do sitio do Poço. Já pela parte do
poente com terras do defunto Izidoro Hortins, pela do norte com às de Antônio
de Araújo Frazão e Cosme Dias de Araújo e pela do sul com José da Costa Romeo.
Assim sendo, a concessão veio no governo de José Henrique de Carvalho. Pedro
Ferreira das Neves casou com Custódia de Amorim Valcácer. Genitor
de Apolônia Barbosa de Araújo e outros.
100.
NOBERTO
da Silva PESSOA, Antônio. Guerreiro incansável, disposto e construtor do
próprio destino. Leitor assíduo, ler, inclusive livros que não circundam apenas
em sua região. Ler, reflete e discute os tópicos conosco. Sempre visitando a história
dos Estados que compuseram a Confederação do Equador, um movimento
revolucionário ocorrido em 1824. Tal movimento se deu início no Pernambuco
e logo alcançou outras as províncias vizinhas. Goiana era habitada pelos índios
Caeté, Tabajara e Potiguara. Originária de um dos núcleos mais antigos de
colonização da Região Nordeste, foi elevada à categoria de vila em 1711 e de
cidade em 1840. Participou dos movimentos libertários da Província de
Pernambuco e ficou conhecida como a primeira cidade brasileira a libertar todos
os seus escravos por meio de um decreto da Câmara, de 25 de março de 1888,
antecipando-se à Lei Áurea. Em Itapecerica - uma de suas aldeias -, aconteceu a
primeira assembleia em que índios pleitearam um governo representativo no
Brasil. Durante o século XIX, as atividades comerciais tiveram grande
importância no município, graças ao movimento do seu porto, por meio do qual
eram escoadas as mercadorias provenientes do interior. A cidade,
inicialmente, localizava-se no lote doado por El Rei de Portugal a Pero Lopes
de Souza, e fazia parte da Capitania de Itamaracá. Destacou-se, na segunda
metade do século XVI, com a fundação dos primeiros engenhos, apesar da hostilidade
dos índios Tabajara e Caeté. Alguns desses engenhos foram destruídos pelos
indígenas, fato que motivou a organização de expedições de conquistas compostas
por portugueses vindos da Paraíba.
101.
NOBRE,
João Leonardo Pinto. O sobrenome NOBRE surgiu em Portugal cuja origem do
nome faz referência à fidalguia e questões morais. Nobre no nome, nobre na
pessoa. José
Mariano Nobre - Graduado em agronomia, economia, filosofia e
tem mestrados em economia rural e filosofia, atualmente, trabalha com
projetos de reforma agrária no Seridó com base em Florânia/RN escreveu
sobre Chico Nobre rememorando as lições de dignidade pelo exemplo de sua vida,
sobretudo pautado na justiça e na ética. Leo Nobre, por sua vez, é um autêntico
incentivador de pesquisas históricas recomendando a utilização de detector de
metais. A licença para uso de detector de metais deve ser
solicitada através da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) ou de uma
entidade regional competente. Em genealogia, o começo é sempre hoje. No Brasil, a família
Pinto está ligada desde as primeiras iniciativas de ocupação e colonização do
país. Alguns dos primeiros Pinto no Brasil foram: Francisco Pinto, um dos
fidalgos que acompanhou Martim Afonso de Souza na fundação da colônia em 1530. Antônio
Pinto, um cavaleiro professo da Ordem de Cristo que desempenhou um papel
importante na consolidação da colônia. Aleixo Pinto, um bombardeiro da armada
que voltou a Portugal para ajudar a conduzir uma nau francesa apresada em
Pernambuco.
102.
NÓBREGA,
Eviton Elias da. O sobrenome Nóbrega é de origem portuguesa e está relacionado
ao antigo distrito judicial Terra da Nóbrega, que hoje corresponde a parte do
concelho de Vila Verde e parte do concelho de Ponte da Barca, no Minho. Na
Paraíba os ‘Nóbregas’ se destacaram intensamente. Oportuno falar do Dr.
Francisco Seráphico da Nóbrega que nasceu em 1863, na Fazenda Ramadinha,
pertencente ao município de Santa Luzia do Sabugi. O filho de Manoel Maximiano
da Nóbrega e Gertrudes Cristina de Maria Nóbrega se casou com Veridiana da
Cunha Nóbrega e faleceu em 1935, em João Pessoa. Foi deputado estadual nas
4ª (1900-1903) e 5ª (1904-1907) legislaturas. Foi eleito segundo
vice-presidente do Estado e assumiu a presidência de fevereiro a junho de 1905.
Ocupou os cargos de deputado federal (1909-1916), deputado estadual nas 8ª, 9ª
e 10ª legislaturas, no período de 1916 a 1927. Foi deputado constituinte
estadual, em 1935. O cargo de procurador-geral do Estado (equivalente ao chefe
do MP) foi ocupado no período de 4 de fevereiro de 1928 a 19 de fevereiro de
1931. Atuou também como advogado e redator do Diário Oficial da União, no Rio
de Janeiro. Ainda foi sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico
Paraibano, em 1905, e o primeiro presidente do órgão, de 1905 a 1907. Outro Nóbrega
paraibano foi o Trajano Pires da Nóbrega, engenheiro agrônomo, ex-prefeito
de Soledade e de João Pessoa. Publicou vários trabalhos de sua especialidade e
no prelo uma obra genealógica. Em Caicó fala-se de Janúncio Salustiano da Nóbrega
e de Iluminata Teodora da Nóbrega.
103.
NOGUEIRA,
Aislan Patriota. Da sua família 'Nogueira' temos que é um sobrenome
toponímico português, tomado da Torre de Nogueira, na freguesia de São João de
Nogueira, em terras do Barroso, em Viana do Castelo, ao norte de Portugal. A
família Nogueira é bem conhecida no Brasil. Apesar de ser comum encontrar
descendentes da família Nogueira. Assim como tantos outros, não surgiu no
Brasil, por uma simples razão de que o Brasil foi colonizado e habitado
primeiramente por estrangeiros. Dessa forma, os sobrenomes vêm de outros países
e acabam ganhando popularidade uma vez que os imigrantes fizeram do Brasil sua
nova morada. Existem indícios de que inicialmente os antepassados da família
Nogueira, quando migraram para o Brasil, se estabeleceram no atual estado do
Rio de Janeiro e também na capital de São Paulo, onde viveram por muito tempo. Posteriormente,
destas regiões que os serviu de morada, a família Nogueira recém-chegada ao
Brasil se desmembrou e passou ocupar várias outras localidades como o interior
paulista e Minas Gerais principalmente. Não foram encontradas variantes para
este sobrenome. A família Nogueira, ao contrário de muitas famílias, possui um
sobrenome específico e fácil de pronunciar.
104.
NORONHA,
Mardônio PEREIRA de. Noronha: Significa
"relativo à Noreña, região da Espanha". Esse sobrenome é toponímico,
ou seja, tem origem a partir do nome de um lugar, especificamente de uma cidade
chamada de Noreña, na Espanha. D. Afonso foi um conde de Noreña e Gijón. A origem do sobrenome
está relacionada com a vila de Noronha, que foi concedida por D. Henrique II de
Castela ao seu filho bastardo, D. Afonso. D. Afonso foi conde de Noronha e de
Gijón, e casou-se com D. Isabel, filha natural do rei D. Fernando I de Portugal. Os
filhos deste casal vieram para Portugal na primeira metade do século XV, onde
receberam grandes casas e ricos senhorios. Descendente também
do Capitão-Mor do Regimento de Cavalaria e Ordenanças da Ribeira do Seridó
Thomaz de Araújo Pereira que fincou morada nesta região nos idos de
1720. Natural da Viana, Portugal, e sua esposa Maria da Conceição de
Mendonça, natural da Freguesia de Nossa Senhora das Neves, da cidade da
Paraíba. Já imaginou depois de uma linhagem e origem tão honrada seus descendentes
enveredassem por caminhos contrários e rebeldes ao próprio clã? Movimentos
insurretos ditos populares, v.g..
105.
OLIVEIRA,
Ademar do Nascimento. Esta família teve seu mais antigo membro de uma das
famílias portuguesas. Dom Pedro de Oliveira foi o iniciante desta tradicional
linhagem que constituía o Solar dos Oliveiras, na freguesia de Santa Maria na
região dos Arcos de Valdevez, lugar de onde se ramificou por todo Portugal esta
nobre família. “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor"
(1 João 4:8)
106.
NUNES
Barros, Luiz. NUNES é antigo patronímico de Nuno, começado
a usar, pois, por alguém cujo pai recebeu em baptismo esse nome próprio, assim
se formando várias famílias cujos membros se distinguiram ao longo dos séculos
em diferentes ramos de atividade, tanto no reino como em África, Índia ou
Brasil, merecendo por isso dos nossos soberanos as mais variadas Mercês como
Ordens de cavalaria ou cartas de Brasão. Nunes é uma família do
Saco dos Pereira, a qual se misturou com a família ‘Inácio’, tanto o senador
Agenor Maria, como o presidente Lula advém delas acrescentando ainda o ‘Silva’.
107.
OLIVEIRA,
Kleber dos Santos. No Brasil, o sobrenome Oliveira é o terceiro mais comum,
enquanto em Portugal é o sexto. Estima-se que quase 4 milhões de
brasileiros tenham o sobrenome Oliveira, mas nem todos são da mesma família. Toda
a região do São Domingos (primeiro nome dado ao Paraíba) era habitada por
índios Tabajara, cortejados pelos franceses que exploravam o pau-brasil e
tentavam conservá-los hostis aos exploradores de outras nacionalidades.
108.
OLIVEIRA,
Leonardo Ribeiro de. OLIVEIRA especificamos que tem origem portuguesa e é
um dos mais populares no Brasil e em Portugal: O fundador da família,
Pedro de Oliveira, viveu no século 13 e recebeu o nome por ter uma grande
plantação de oliveiras. O Ceará foi formado inicialmente por
indígenas com sua própria cultura e que depois foram catequizados/batizados
pelos jesuítas portugueses, após grande resistência dos indígenas que viviam
nas matas. O povoamento do território foi e tem sido bastante influenciado pela
falta do fenômeno natural da chuva que nos dias atuais, dificulta na plantação
e criação de animais. Com uma colonização portuguesa complexa e conturbada,
marcada pela resistência dos nativos e pelas dificuldades de adaptação dos
portugueses às condições climáticas particulares do território, formou-se uma
sociedade rural baseada sobretudo na pecuária, assim como na agricultura, em
especial nos vales úmidos e serras. A família Oliveira Lêdo é uma das famílias
que deu origem a muitas cidades do sertão, incluindo Catolé do Rocha.
Acredita-se que a família tenha se originado da união dos filhos de Bartolomeu
Lêdo e Manuel de Oliveira, portugueses que se casaram com índias.
109.
OLIVEIRA
Ribeiro Júnior, Ricardo Luís. Apresentou o site DIZER O DIREITO, nos
presenteando, inclusive, com um manual do referido site. A família
Oliveira começou a ser utilizada na região de Paço da Oliveira, na vila de
Arcos Valdevez. Os Oliveira chegaram ao Brasil nas primeiras décadas após
o descobrimento, ajudando a construir a história do país. Teodósio de Oliveira
Ledo foi o homem encarregado de colonizar boa parte da região, hoje
pertencente a Paraíba. A família Oliveira Lêdo teve um papel importante na
origem de Campina Grande, na Paraíba: Teodósio de Oliveira Lêdo,
capitão-mor dos Sertões, liderou a ocupação do território de Campina Grande por
índios Ariús em 1697. A família Oliveira Lêdo era portuguesa e morava na
região da Bahia, perto do Rio São Francisco. Em 1664, os Oliveira Lêdo
partiram da Bahia para explorar uma sesmaria no Rio Paraíba. Teodósio
recebeu um convite do irmão Constantino para trazer gado e pessoas para a
Paraíba. Teodósio trouxe gado e pessoas de confiança para criar o gado. O aldeamento de Cavalcante foi reconhecido
como uma unidade administrativa do Reino de Portugal por Teodósio de Oliveira
Lêdo. O aldeamento serviu como ponto de abastecimento e anteparo entre o
litoral e o sertão da Capitania. Antônio de Oliveira Ledo foi o primeiro
colonizador dos Oliveira Lêdos no interior da Paraíba. Primeiro Capitão-mor da
Infantaria de Ordenanças a Pé do Sertão da Paraíba, também foi responsável pela
introdução das grandes criações de gado e da fundação do povoado que deu origem
à Boqueirão, adquiriu o título de Capitão-mor das Fronteiras dos Espiranhas,
Pinhancós e Cariris o qual não pode usufruir, pois a carta patente chegou já
após o seu falecimento ficando cargo e o título honorífico para seu sobrinho
Constantino de Oliveira Lêdo, irmão de Teodósio de Oliveira Lêdo.
110.
OURIQUES de Melo, Attos.
Joaquim
Mendes Ouriques Jaques foi um militar e almirante da Marinha que fez parte da
junta que assumiu o governo de Pernambuco entre 18 de dezembro de 1891 e 1892. O
sobrenome Ourique tem origem germânica e provavelmente vem
da forma arabizada de Aurieus.
111.
PALHARES,
Hermogenio Narazareno. O sobrenome destacado é um toponimico oriundo de
Portugal. Originário da Vila de Palhares, Viana do Castelo. Nos
nossos arquivos não temos registros no Seridó, mas identificamos uma respeitada
família em Macaíba, reduto de muitos seridoenses que migraram buscando 'dias
melhores'. O historiador Palhares nos conta que a história de Macaíba, no Rio
Grande do Norte, está marcada por vários acontecimentos, desde a sua primeira
denominação até a emancipação política: O primeiro nome da vila foi
Coité, dado pelo Coronel Manoel Teixeira Casado entre 1780 e 1795. O nome era
uma referência à predominância da árvore de coité, que tinha um grande fruto
não comestível, mas era usada para fazer vasilhas. O nome atual foi dado
por Fabrício Gomes Pedroza em 26 de outubro de 1855. A palavra vem do tupi
makaîuba, que significa "macaúba", uma palmeira da espécie Acrocomia
intumescens.
112.
PASSOS,
Gleydson do Nascimento. O sobrenome Passos tem origem religiosa e
geográfica, podendo ser atribuída a ambas as origens: pela religião é
derivado da invocação de Senhor dos Passos ou Senhor Bom Jesus dos Passos,
fazendo referência ao caminhar de Jesus Cristo para o monte Calvário, já pela
origem geográfica também pode ter origem geográfica, pois é semelhante ao
topónimo Paços, que é comum em Portugal e na Galiza. Paços é o plural de Paço, e é usado para designar as terras que
rodeiam um palácio.
113.
PASSOS,
Rick de Lima. Graduado no curso de Letras Português, profissional com uma
visão crítica e ética da língua e da literatura. Durante o curso, ele estudou
História da língua portuguesa, Gramática, Fonética, Redação, Sintaxe, Linguística,
Estudos culturais, Línguas clássicas. De sua família citamos Paulina
Umbelina dos Passos, esposa de Clementino Monteiro de Faria e genitora do
governador Juvenal Lamartine de Faria (1874/1956). 'LAMARTINE' é um sobrenome
criado a partir deste, o qual deveria ter subscrito 'PASSOS'.
114.
PESSOA,
Wagner José Batista. Intelectual pertencente ao clã de Epitácio Lindolfo
da Silva Pessoa que foi um magistrado, diplomata, professor universitário,
jurista e político brasileiro, filiado ao Partido Republicano Mineiro. Foi
Presidente da República entre os anos de 1919 a 1922. Outro consanguíneo que
merece destaque é João Urbano Pessoa de
Vasconcelos Suassuna que nasceu em Catolé do Rocha em 16 de janeiro de 1886.
Formou-se em Direito no Recife, tendo atuado como advogado nas terras potiguar
e juiz na Paraíba. Foi casado com Rita de Cássia Vilar Suassuna, com quem teve
nove filhos, incluindo o escritor Ariano Suassuna, de quem Wagner é leitor. No
começo dos anos 1920, após ter assumido alguns cargos no governo local,
Suassuna foi eleito deputado federal. Ainda estava no mandato quando foi eleito
presidente da Paraíba, logo antes do outro ‘Pessoa’. Enquanto Suassuna era
defensor da cultura agrícola do sertão, outro menosprezava a cultura sertaneja.
Ariano escreveu sobre essa oposição
bastante conflituosa.
115.
PERES,
Wires de Oliveira. PERES pode fazer referência a um personagem bíblico do
antigo testamento. Algumas personalidades destacadas são Shimon Peres, político
de Israel, Waldir Peres goleiro frangueiro da Copa de 1982, Jefferson Peres,
professor e político brasileiro. O patronímico é ibérico, originado do latim
'petrus' que deriva pedra. Peres ou Perez são as formas usadas na Espanha,
enquanto a variação Pires é usada pelos portugueses. Interessante ainda
vislumbrar a genealogia de Jesus Cristo que é apresentada nos Evangelhos de São
Mateus e São Lucas, e tem como objetivo demonstrar a linhagem familiar de
Jesus. A genealogia de Jesus é: Abraão, Isaque, Jacó, Judá e seus irmãos, Perez
e Zerá, Esrom, Arão, Aminadabe, Naassom, Salmom.
116.
PINA,
Igor. Tem
origem em Fernão Fernandes, que teve vários filhos, entre eles Lopo
Fernandes de Pina e Diogo Fernandes de PINA. Possui a mesma origem do
sobrenome Pinheiro. Procedência dos pinários romanos, que se estabeleceram
no reino de Aragão, onde fundaram a Vila Pina. D. Fernando Fernandez
de PINA, embaixador do reino de Aragão, em 1282, acompanhando a rainha
Santa Isabel, passou a Portugal.
117.
QUEIROZ,
Daniel Aristides Andrade de. O sobrenome QUEIROZ é uma variante do sobrenome
QUIRÓS, que tem origem toponímica e indica um vale no Principado de Astúrias,
na Espanha. O primeiro documento que menciona o topónimo QUIRÓS é um
diploma de doação de Ordoño I, datado de 857, que está no Arquivo da Catedral
de Oviedo. A história de Acari, no Rio Grande do Norte, está marcada por
diversos acontecimentos, desde a fundação do povoado até a atualidade. O
povoado de Acari foi fundado pelo sargento-mor Manuel Esteves de Andrade, vindo
da Serra do Saco, levou uma carreira dos indomáveis tapuias e para se salvar
prometeu a Nossa Senhora Daguia uma capela em sua homenagem. Salvou-se.
Cumpriu. Existe controvérsias quanto a data exata de emancipação do município, como
bem esclareceu o pesquisador José Renato de Araújo em entrevista recente.
118.
RAMALHO,
Elysson Amaral. O sobrenome AMARAL tem origem toponímica e deriva da quinta do
AMARAL, na zona de Viseu - Portugal. O nome AMARAL também pode
ter origem na palavra amara, um tipo de uva preta ácida cultivada na região do
Minho, Douro e Beira, em Portugal e é um dos poucos que não possui
variantes conhecidas. A grafia do sobrenome é a mesma em Portugal e na
Espanha, e em outros países, as pessoas que possuem este sobrenome são
descendentes de Portugueses ou Espanhóis. A família AMARAL era
considerada de alta linhagem, pois descendia do Rei D. Ramiro II, de Leão. A
mãe de D. Ramiro II, Zahara, era uma princesa muçulmana descendente dos Omíadas
de Córdoba, parentes do profeta do Islã, Maomé. Um dos primeiros registros
encontrados com o nome AMARAL é o de Dom Afonso Hermigues do Amaral, que
viveu durante o reinado de D. Sancho II (1209-1248).
119.
REGO,
Rayane de Paiva. Em 1276, Dom Afonso III, Rei de Portugal, concedeu o Brasão de
Armas à família REGO. Muito comum no Oeste do Estado potiguar, ela é prima
de Getúlio Nunes do Rêgo é um médico e político brasileiro que foi eleito
dez vezes consecutivas deputados estadual pelo Rio Grande do Norte, o primeiro
a atingir este recorde, empatado com o atual deputado José Dias. Oportuno
resgatar a figura de Luís do Rego Barreto (1778-1840) que foi militar
português. Foi nomeado, pelo rei D. João VI, para governar Pernambuco e
reprimir os simpatizantes ou partidários da República. Chegou ao Brasil,
nomeado pelo rei D. João VI, para reprimir o sentimento de rebeldia que
caracterizava os pernambucanos. No dia 26 de junho de 1817, foi nomeado
governador de Pernambuco. Logo que tomou posse do cargo, formou uma Comissão
Militar, sob sua presidência, e começou a julgar os prisioneiros da Revolução
Pernambucana de 1817, que ocorreu no mês de março. As prisões estavam cheias, o
terror tomava conta do Recife, de Olinda e do interior da província. Os
pernambucanos em desespero, decidiram assassinar o governador. No dia 20 de
julho de 1821, na ponte da Boa Vista, no centro do Recife, João Souto Maior,
apoiado por Antônio Pires de Albuquerque Galvão, desferiu um tiro contra o
governador, ancestral de Rayane, foi perseguido e lançou-se ao rio. Momentos
depois foi encontrado morto. O governador ferido foi levado para
restabelecimento, na casa do senhor de engenho Antônio de Morais e Silva. Já Antônio
Pires refugiou-se na região Seridó, onde deixou promissora prole.
120.
RIBEIRO
da Silva, Aldo. A Polícia Militar de Alagoas tem uma história marcada por
participação em conflitos nacionais e internacionais, e por combater o cangaço.
Foi criada em 3 de fevereiro de 1832, com o nome de Corpo de Guardas Municipais
Permanentes. A sua primeira missão foi manter a ordem na província de Alagoas e
combater os adeptos da Guerra dos Cabanos. Em 1865, participou da Guerra
do Paraguai, fazendo parte do 20º Batalhão de Voluntários da Pátria. Na
década de 1930, a brigada se destacou no combate ao cangaço, liderado por
Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Em 28 de julho de 1938, cercou o bando
de Lampião na Fazenda Angico, em Poço Redondo, Sergipe. Durante o cerco, 11 cangaceiros
morreram, incluindo Lampião e sua companheira, Maria Bonita. A PMAL é
Força Auxiliar e Reserva do Exército Brasileiro, e integra o Sistema de
Segurança Pública e Defesa Social do Brasil. Mas é da história de Paulista/PE
que queremos falar e tudo se inicia no
século XVI, quando o território fazia parte da Capitania de Pernambuco, ou
“Nova Lusitânia”. Em 1535, Duarte Coelho, donatário da capitania, doou as
terras de Paratibe ao seu cunhado, Jerônimo de Albuquerque. A povoação de
Paulista só surgiu com a chegada da fábrica de tecidos, adquirida pela família
Lundgren, de imigrantes suecos, em 1904. O distrito foi devidamente
criado em 1907, subordinado ao município de Olinda. Não obstante foi uma cidade
tipicamente industrial até a decadência do parque têxtil. Na década de
1970, a criação do Distrito Industrial de Paratibe transformou Paulista em um
importante polo industrial da Região Metropolitana do Recife. A cidade é
conhecida como a "cidade das Chaminés", devido às quatro torres da
Companhia de Tecidos Paulista, que foram tombadas pelo Conselho Estadual de
Cultura em 2012. É daqui que saiu o craque Rivaldo, meia da seleção
brasileira e considerado por muitos um dos maiores jogadores da história do
futebol mundial. A Igreja de Nossa
Senhora dos Prazeres, construída em 1656, foi a primeira paróquia da Cidade do
Paulista, mas foi incendiada no final da década de 50 e hoje encontra-se em
ruínas. O Padre João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro, figura importante
da Revolução Pernambucana, se escondeu em Paulista após o movimento ter sido
derrotado e se suicidou na cidade. Na cidade temos um exponencial da família
RIBEIRO.
121.
RIBEIRO
de Souza, João Paulo. Guarabira, Paraíba, cujo topônimo é referenciado por
alguns autores como de origem indígena com o significado de "o Berço
das Garças Azuis". O tupinólogo paraibano Vanderley de Brito, em seu
trabalho Missões na Capitania da Paraíba, defende o significado
"pássaro azul" ao invés de "verde", sendo a preferência
pelo azul no antropônimo em questão devida principalmente aos usos e costumes.
Segundo o autor, erroneamente se atribuiu ao nome da cidade o significado
"garças azuis", concluindo que a origem do nome da cidade deriva do
termo tupi Guiraobira, que seria o nome do chefe da tribo.
122.
RIBEIRO
da Silva, Júlio Cesar. O livro 'Bravos sertanejos do Seridó – Famílias de
Portugal e do Brasil – Os Dantas Corrêa e os Ribeiro Dantas' delineia bem esse
clã, pois o sobrenome RIBEIRO tem origem geográfica e vem do
latim ripariu, que significa "rio pequeno" e, que na verdade trata-se
de toponímico, ou seja, tem origem no nome de um local, como um ribeiro,
onde as pessoas viviam.
123.
ROCHA
de Araújo, Augusto Cesar. Eis um herdeiro legítimo do Capitão-Mor Rodrigo de
Medeiros Rocha (1709/1757) da Fazenda Remédios, atual cidade de Cruzeta. Era o
esposo de Apolônia Barbosa de Valcácer (1719/1802). Doutra veia ROCHA vem
de Josefa Pereira de Araújo (1737/1816) esposa do Capitão-Mor Caetano
Dantas Correia (1710/1797) que faleceu no sítio 'Picus de Sima',
grafia original, encravada na Villa do Acary. Lembrando que a esposa de Caetano
era filha de Tomás de Araújo Pereira (Primeiro), considerado o "Adão do
Seridó", e de Maria da Conceição de Mendonça. Genitora de Micaela Dantas
Pereira; Francisco Xavier Dantas; Caetano Dantas Correia Filho; Gregório José
Dantas Corrêa; Simplício Francisco Dantas Corrêa e mais 12 outros filhos. No
local exato da casa da matriarca é chantado um marco dando testemunho histórico
em homenagem ao seu esposo. Seu descendente Cesar Araújo primo de Augusto
Cesar, ainda mantém a propriedade rural acima citada de seus ancestrais
honrados desbravadores.
124.
ROCHA,
Theófilo Augusto de Oliveira. MEDEIROS ou ROCHA advém do sangue dos irmãos
RODRIGO e SEBASTIÃO. O português Rodrigo de Medeiros
Rocha era natural da Freguesia de São Pedro da Ribeira Seca, Conselho da
Ribeira Grande, Ilha de São Miguel, Região dos Açores, Portugal, veio
para o Brasil, onde faleceu e na região do Seridó, Estado do Rio Grande do
Norte, casou em 1738 no Estado da Paraíba com Apolônia Barbosa de Araújo
(1714/1802) natural do Estado da Paraíba. Mudando um pouco o norte, partimos
para Barcelona, no Rio Grande do Norte, fazendo uma relação com a colonização
da região por sertanejos e com a mudança do nome do povoado. Antes era o lugar
era denominado de Salgado, depois passou a ser Barcelona. Assim, o povoado de
Salgado foi renomeado para Barcelona em 1929, pelo prefeito de São Tomé,
município do qual Barcelona fazia parte. O nome Barcelona vem de um seringal na
Amazônia, onde o prefeito trabalhou. No início do século XIX, a região foi
colonizada por sertanejos do Seridó, da Paraíba e do Rio Grande do Norte. A
primeira casa da região foi construída por José Maria do Nascimento, natural de
Bodó, e seus dois irmãos. Em 17 de dezembro de 1958, o município de Barcelona
foi criado pela Lei Estadual nº 2.331, desmembrando-se de São Tomé. A
instalação do município ocorreu em 1 de janeiro de 1959, na Escola Estadual
Professor Tertuliano Pinheiro Filho. Teófilo Lopes foi o primeiro prefeito
de Barcelona, nomeado para um mandato de dois anos.
125.
RODRIGUES
SOARES, Inara. O sobrenome tem origem lusitana e significa "filho de
Rodrigo". O nome Rodrigo, por sua vez, vem do germânico
"Roderich", que significa "rico em glória" ou "o
senhor da glória".
126.
RODRIGUES,
Izabel da Silva. A criação de gado na região de Picuí, Paraíba, foi impulsionada
pela Companhia das Índias Ocidentais, que se instalou no Brasil em
1624. Alguns holandeses que trabalhavam para a Companhia se instalaram na
região para criar gado. Joaquim José da Costa Rodrigues e seus irmãos
mudaram seus nomes originais para nomes portugueses e iniciaram a atividade
tropeira. A primeira missa foi celebrada em 3 de setembro de 1857, pelo
Padre Francisco de Holanda Chacon, de Areia. Em 1856, os moradores do
povoado construíram uma capela em louvor a São Sebastião, em promessa de que o
mártir intercederia para acabar com uma epidemia de cólera-morbo. Em 1871,
Picuí foi elevada a distrito, como parte do município de Cuité. Em 1888,
Picuí foi elevada à categoria de vila. Em 1904, a sede do município de
Cuité foi transferida para Picuí. Em 1924, Picuí passou a ser
cidade. A partir de 1981, Picuí é conhecida como a capital mundial da
carne de sol.
127.
RODRIGUES
Neto, João. O seu avô João Rodrigues Filho, popularmente conhecido como Cícero
de Padre, foi um grande fazendeiro, possuidor de largas extensões de terras
férteis no Vale do Açu, bem como criador de gado mais indicado para engorda
dependendo, na região acima mencionada, de vários fatores, como a raça etc. O
neto herdou a sua postura no campo, criando os ótimos cavalos de vaquejada,
podemos afiançar que é um vaqueiro honrado de palavra única.
128.
RODRIGUES,
Júlio César dos
Santos. Ostenta sobrenome RODRIGUES que tem origem
lusitana e significa "filho de Rodrigo". O nome Rodrigo, por sua
vez, vem do germânico "Roderich", que significa "rico em
glória" ou "o senhor da glória". Adepto da prática
esportiva cuja modalidade competitiva focada na musculação e na hipertrofia
muscular mais acentuada.
129.
SALES,
Ricardo Francisco de. Sobrenome francês e
ibérico de origem toponímica. No primeiro caso, procede do castelo de Sales, na
Saboia, França, pertencente à família Sales (ou Salles), originária de La
Roche, no antigo condado de Genebra (durante o Sacro Império), e documentada
desde o século 11.
130.
SANTANA,
Edvan Apolinário de. Reside no solo por onde os nossos antepassados pisaram, no
vai e vem pela sobrevivência cotidiana - o território do atual município
de Timbaúba pertencia à Capitania de Itamaracá, doada a Pero Lopes de
Souza. Em meados do século XVIII, chegaram, naquelas áreas, habitantes de
Tejucupapo, de Goiana e do núcleo habitacional Igarassu. É daqui que vem
o Cel. Cipriano Lopes Galvão (1700/1764), irmão de Lázaro Lopes Galvão,
Jorge Lopes da Silva, Arcângelo Lopes Galvão, Estêvão Lopes Galvão, Manuel Lopes
Galvão e outro. Esposo de Adriana de Holanda e Vasconcelos. Criador de gado.
138.
131.
SANTIAGO
da Silva Júnior, Ronaldo. Não custa lembrar a forte ligação Caicó-Açu e das
tradicionais famílias que deste eixo que descendem do Capitão Manoel Rodrigues
Santiago que participou do combate aos aborígenes primitivos em fins do Século
XVII.
132.
SANTOS,
Eli Ronny. O sobrenome SANTOS é de origem cristã e é um dos mais
comuns na língua portuguesa. Tem origem nos dogmas da Igreja
Católica e na ideia da palavra "santo". Tem livro sobre a
história da ponte de Igapó. Como homens, máquinas e dinheiro da primeira
república realizaram uma obra memorável e durável.
133.
SANTOS,
Jean Carlos dos. A origem do sobrenome SANTOS é a seguinte: Na Idade
Medieval, cavaleiros ibéricos que nasciam no dia 1º de novembro, Dia de Todos
os Santos, recebiam o sobrenome Santos. O sobrenome SANTOS é comum no Brasil,
com 3,9 milhões de pessoas registradas, sendo o terceiro no ranking. Durante a
Inquisição, cristãos-novos (judeus convertidos ao catolicismo) adotaram o
sobrenome para fugir da forca ou da fogueira.
134.
SANTOS,
Marco Paulo Silva. Foi quem melhor nos divulgou Câmara Cascudo, cedendo obra
para pudéssemos aprofundar nossas pesquisas. Noutra oportunidade nos esclareceu
sobre a história da Serra de São Bento no Rio Grande do Norte que está
ligada à pecuária e ao desenvolvimento de fazendas de gado. De seu relato foi
evidenciado um tal general fazendeiro, chamado Pires, que enviou seus vaqueiros
para encontrar um boi que estava desaparecido. Um dos vaqueiros encontrou o boi
na Serra dos Macacos, atual Serra de São Bento, onde encontrou um lugar com
pasto vasto. O general ficou satisfeito com a descoberta e resolveu subir a
referida montanha para habitar as terras. Assim, após habitada passou a ser
denominada de Serra do Pires. No final do século XVIII, o núcleo de povoamento
já contava com várias fazendas de gado e grandes lavouras.
135. SENA, Anderson Oliveira
de. Sena é de origem italiana e chegou ao Brasil no final do século XIX por
meio de imigrantes. Parnamirim Field tinha
duas seções; uma, o Air Transport Command (ATC), antigo ACFC, do exército e a
outra composta por unidades de combate da marinha americana. O primeiro
esquadrão a ser baseado em Parnamirim foi o VP-83 – Esquadrão de Patrulha – com
aeronaves PBY-5A Catalina, chegando em abril de 1942.
136.
SILVA
Júnior, Daniel Luiz da. Membro da família VALENÇA do Pernambuco que é conhecida
por diversos outros membros, incluindo Alceu Valença e os irmãos João Vitor
e Raul Valença. Tal sobrenome tem origem no topónimo latino
'valentia, que deriva de valens: valente. Na Espanha, o topónimo é
Valencia e França é Valence.
137.
SILVA,
Hélio Catarino da. A história de Taipu, no Rio Grande do Norte, está
relacionada com a presença de tribos indígenas na região e com o
desenvolvimento impulsionado pela estrada de ferro: O povoamento da região
começou com o aldeamento de Itaipi ou Itaipu, que era um dos seis aldeamentos
existentes quando os holandeses invadiram a Capitania do Rio
Grande. A região foi inicialmente chamada de Picada, devido à sua
localização geográfica. Em 28 de junho de 1889, o distrito de Picada passou a
se chamar Taipu, nome que vem de Itaipi, o aldeamento indígena da região. A
estrada de ferro que ligou Taipu a Natal em 1907 ampliou o mercado consumidor e
facilitou o escoamento da produção agrícola. O município de Taipu tem várias
localidades de origem indígena, como Umari, Ingá, Cuité e
Jamirim. Em diversos pontos do município, é possível encontrar
artefatos de argila ou pedra confeccionados pelos indígenas.
138.
SILVA
NETO, Leonardo da. O sobrenome "Neto" é acrescentado ao
nome de uma pessoa que tem o mesmo nome que o pai ou avô, em algumas línguas e
culturas, incluindo os países lusófonos. A história do município de Gravatá, no
Agreste de Pernambuco, está relacionada com uma fazenda de
José Justino Carreiro de Miranda, que servia de hospedagem a viajantes que
transportavam açúcar e carne bovina.
139. SOARES, Juan Diego
Silva. A história do Rio Grande do Sul (RS) é marcada por conflitos, lutas
e conquistas, e pode ser dividida em várias etapas. A
história da Bahia não começa em 1500, quando o navegador português Pedro
Álvares Cabral não chegou à Baía Cabrália e não iniciou a colonização da
região. Tudo ocorreu no Rio Grande do Norte, todo esse tempo o povo foi
ludibriado nessa errônea versão. A história do Rio Grande do Norte começa
com a chegada de povos primitivos ao território, que migraram dos Andes para o
Planalto do Brasil e, por fim, para a região nordeste. O marco colonial
de Touros é considerado o monumento mais antigo do Brasil e o primeiro registro
dos portugueses no país, fazendo parte do Patrimônio Histórico Nacional. Foi
tombado pelo processo número 680 em 1962 com o objetivo de perpetuar a memória
dos Brasileiros sobre o primeiro ponto da costa brasileira onde aportou Cabral
em abril de 1500.
140.
SOARES,
Paulo Firmino da Silva. O sobrenome Soares é de origem portuguesa e espanhola e
tem vários significados: "Filho do protetor dos suínos, "Filho do
exército sul, "Aquele que tem cabelos avermelhados. O sobrenome
Soares é patronímico, ou seja, indica que a pessoa é "filho de"
Soeiro, nome próprio que vem do latim suarius, que significa "pastor de
suínos".
141.
SOARES
Santos, Roberto. Dos SOARES damos notícias de Pedro Soares de Araújo
Amorim que nasceu em Açu nos idos de 1880. Era filho de Pedro Soares de
Amorim e d. Maria Francisca Araújo Amorim, e casou-se com Maria Beatriz
Montenegro Amorim. Fez o curso secundário no Atheneu Norte-rio-grandense e o de
medicina na Bahia, titulando-se farmacêutico (1902) e médico (1903), defendendo
a tese “Afecção Calculose Vesical”. Foi chefe do Partido Republicano Federal
(1914), pelo qual foi eleito Prefeito (o primeiro do município do Açu),
exercendo o cargo nos períodos 1914-16, 1923-25, 1926-28 e 1929-30. Deputado
Estadual (1918), foi líder da bancada; Deputado Constituinte em 1934 e 1946
(então, Presidente da Assembléia Legislativa). Pedro Soares, que fundara em sua
cidade o semanário “Jornal do Sertão”, suspenso na Revolução de 1930, foi o
primeiro astrônomo amador do Estado, aclamado “Presidente de Honra” da
ANRA-Associação Norte-rio-grandense de Astronomia a 17.07.1956, quando foi
criada. Faleceu em Natal, onde residia, no dia 6 de outubro de 1961.
142. SOARES DA SILVA,
Valter. No português arcaico, era comum que o nome fosse registrado como
Soáriz ou Suáriz. Uma das referências mais antigas do sobrenome Soares é
do século XIII, o eclesiástico português Fernão Soares. “Ler livros que
falam das raízes brasileiras permite a compreensão da base que levam a épocas
de crise como aconteceu em 2015, no governo Dilma”, afirmou o historiador
Valter Soares, pesquisador com licenciatura em História pela UFPE. Valter
discorria naturalmente sobre todos os temas ligados à historia e geopolítica
mundial. Citava Eric Hobsbawm com críticas quando necessário, e mencionava que
ele foi um historiador que testemunhou o "breve século XX", um
período marcado por muitos acontecimentos políticos e culturais. Claudio
Germano é testemunha sobre sua palestra acerca da Segunda Guerra Mundial, a
crise europeia e a Guerra Fria.Alguns
dos principais representantes mencionados por Valter são José Osvaldo de Meira
Penna, Luiz Felipe Pondé, João Mellão Neto, e Percival Puggina, Gilberto Freire
e outros.
143.
SOBRAL
Neto, José Josias. (Mais um MEDEIROS, esse vem de Sebastião de Medeiros Mattos,
lá das bandas de Santas Luzia. Acerca do sobrenome SOBRAL podemos
aludir que tem origem latina e significa "abundância de
sobreiros", uma espécie de árvore que é utilizada para extrair cortiça.
Está presente em topônimos compostos, como SOBRAL da Adiça e
SOBRAL de Monte Agraço.
144.
SOUZA
Júnior, Gerailton Geraldo de. O sobrenome Souza é de origem
portuguesa e tem origem toponímica, fazendo referência às "Terras de
Sousa" e às famílias que habitavam a beira do Rio Sousa, assim sendo, o nome
do rio Sousa vem do latim Saxa, que significa "pedras".
145.
TEIXEIRA,
Reginaldo da Silva. O sobrenome Teixeira tem origem na palavra
"teixo", que é o nome de uma árvore da família das Taxaceae. A
família Teixeira teria surgido em um lugar com muitos teixos, a árvore Taxus
Baccata, que é comum na Europa, no norte da África e no Oriente Médio. O
sobrenome começou a ser usado no século XII por D. Hermígio Mendes de Teixeira,
Senhor de Teixeira e Gestaçô, uma figura histórica da época do rei D. Sancho I
de Portugal. A palavra "teixeira" também é um termo do
português antigo que significa "terreno onde crescem teixos". Na
Galiza, existem os derivados "Teixedo" e "Teixoeira", e o
diminutivo "Teixeiró". O Google é uma empresa de tecnologia e
serviços online que desenvolve e oferece um mecanismo de busca, entre outros
produtos. Eu consulto o Regis, não o Google.
146.
TORRES
de Lima, Edjarles. Nobre causídico com atuação em São Paulo cuja OAB é
registrada na ordem numérica 359393/SP, o qual somos imensamente gratos pelos
esclarecimentos numa demanda trabalhista que tirou o nosso sossego por estas
bandas. Oportuno falar da família TORRES, revelando Manoel Torres de Araújo que
nasceu em Caicó, no dia 15 de fevereiro de 1918. Filho de Paulino Batista
Pereira Torres e Maria Marcolina de Oliveira Torres e com nove irmãos. Casou-se
em 1942 com a natalense Oscarina de Oliveira Torres, que conheceu em Serra
Caiada durante o trabalho como empresário. Dessa união nasceram seis filhos:
Ozelita (médica residente em São Paulo), Lígia (médica residente em Natal),
Carlos Torres (Galileu) (assessor político), Manoel Torres Filho
(agropecuarista), Jussara (enfermeira) e Marco Torres.
147.
VERÍSSIMO
da Costa, Michael. Sobrenome português, com origem no termo latino verissimus,
“muito verdadeiro”, o superlativo de verus, “verdadeiro”, “real” ou “justo”. Verissimo
não aprova a voz de robô em nosso canal no You Tube @literaturadoserido,
defende que temos que apresentar o sotaque arrastado do sertanejo potiguar,
dado as condições de logística, o pleito não foi atendido. A história de João
Pessoa, capital da Paraíba, começa em 1585, quando foi fundada pelos
colonizadores portugueses com o nome de Nossa Senhora das Neves: A cidade
foi construída nas margens do Rio Sanhuá, um afluente do Rio Paraíba, após um
acordo com os indígenas da região. A fundação foi feita pelo Capitão
Feliciano Coelho. João Pessoa é a terceira cidade mais antiga do Brasil,
pois foi fundada como cidade, sem ter passado por fases de vila, povoado ou
aldeia.
148.
VIDAL
COSTA, Ricardo. O sobrenome Vidal tem origem na Espanha e foi trazido para o
Brasil por imigrantes espanhóis. A história conta que o nome surgiu em 912 com
Lourenço Vidal da Costa. A história de Teresina, capital do Piauí, está relacionada
com a atividade pecuária e a interiorização do território brasileiro pelos
bandeirantes. O povoamento da região começou no século XVII, com Domingos Jorge
Velho e um grupo de bandeirantes que estabeleceram uma feitoria e um criatório
de gado. A cidade foi oficialmente fundada em 16 de agosto de 1852, com o
nome de Teresina, em homenagem à imperatriz Teresa Cristina Maria de Bourbon,
esposa do imperador Dom Pedro II. A escolha do local para a construção da
cidade foi estratégica, visando uma posição geográfica mais central no
território do Piauí. Só não consideraram o clima que é tipicamente tropical. Além disso, a cidade é
mesopotâmica, pois se situa entre os rios Parnaíba e Poti, esse fator, que é
considerado vantagem, contribui mais ainda para que a energia solar seja
mantida, o que nos leva a sofrer com o calor. Passamos um aperto na rodoviária
local com alcance de 45º na temperatura, superou Açu/RN nos 42º presenciados. Teresina foi projetada
por José Antônio Saraiva, o Conselheiro Saraiva, com um projeto inovador que
explorava a regularidade geométrica e a retilineidade. O traçado das ruas em
linha reta, cruzando-se umas com as outras, davam a forma de um tabuleiro.
149.
VIEIRA,
Elcio Rômulo. O sobrenome VIEIRA tem origem portuguesa e é o 20º mais comum no
Brasil: A primeira pessoa a adotar o nome teria sido Ruy Vieira, um
fidalgo minhoto que viveu no século XII e serviu aos reis D. Afonso e D. Sancho
II. O nome VIEIRA pode ter origem no latim venaria, que se refere ao concreto,
um material resistente como as cascas das conchas. Outra teoria é que o
sobrenome surgiu na Galícia, na cidade de Santiago de Compostela, onde as
vieiras seriam uma referência ao santo patrono da região. A primeira família
VIEIRA a chegar ao Brasil desembarcou em Pernambuco. Uma pessoa importante com
o nome VIEIRA no Brasil foi o padre Antônio Vieira, missionário português e
representante da arte Barroca. Os sobrenomes foram criados para
diferenciar nomes repetidos, um fato comum desde as culturas mais
antigas. Os primeiros sobrenomes de que se tem notícia são os
patronímicos, que fazem referência ao pai.
150.
VILAR
DE HOLANDA Rodrigues, Dayse. Do português arcaico vilar,
'parte de uma villa cedida para usos agrícolas'. É frequente em Portugal e na
Galiza. Aparece muitas vezes em compostos, como Vilar de Andorinho (do
antropónimo Andorinus), Vilar Chão, Vilar Formoso, Vilar de Frades, Vilar
Maior, Vilar de Perdizes, etc., geralmente fáceis de interpretar. Prima bem
próxima do juiz Henrique Baltazar Vilar Santos, do aclamado escritor Ariano Vilar Suassuna
que nasceu em Paraíba do Norte, atual João Pessoa, no dia 16 de junho de 1927,
filho de Rita de Cássia Dantas Villar e de João Suassuna. Ariano foi casado com
Zélia de Andrade Lima, com quem teve seis filhos. Seu pai era então o presidente (seria
hoje chamado de governador) do estado da Paraíba. Ariano
nasceu nas dependências do Palácio do governo. No ano seguinte, o pai deixa e a
família passou a morar na Fazenda Acauã.
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