F-J
FRANCISCO GALBI SALDANHA nasceu na fazenda Floresta, localizada no município de Brejo do Cruz/PB. É filho de Waldomiro Saldanha e Rita Batista de Araújo, neto paterno de Benedito Veras Saldanha e Hororina da Conceição e, por parte materna, neto de Joaquim Batista de Araújo e Ana Pereira de Araújo.Ainda criança, mudou-se para Mossoró com o objetivo de obter instrução escolar, sendo acolhido pelo tio, Dr. Joaquim da Silva Saldanha Neto. Posteriormente, concluiu seus estudos em Fortaleza, capital do Ceará. Em 1985, estabeleceu-se em Natal, capital do Rio Grande do Norte, onde ingressou na Assembleia Legislativa do estado, aproveitando suas formações em Secretariado Executivo e Direito. Além disso, exerceu o cargo de Secretário Adjunto do Gabinete Civil do Governo do Estado entre 2011 e 2015.
O escritor e genealogista Galbi Saldanha lançou a obra “Raízes da Família Veras Saldanha”, publicada em agosto de 2020 com o selo da Coleção Mossoroense, celebrando o centenário de Vingt-un Rosado. Para o autor, esse foi um dia especial, pois realizar a publicação de uma obra genealógica era um de seus grandes sonhos. O livro oferece uma visão aprofundada sobre a história da família Veras Saldanha, resultado de informações e imagens fornecidas pelos próprios familiares.
Em setembro de 2021 o escritor promoveu na Academia Norte-rio-grandense de Letras o lançamento de outro livro: “A história continua… Saldanha e Veras e suas ramificações”. O exemplar é justamente a continuação da pesquisa realizada por ele. O clã não tem do que reclamar, pois o livro está muito bem documentado pela relevante escrita de Galbi Saldanha que revela: a origem da matriarca "Chiquinha do Mulungu", trazendo os entrelaçamentos familiares, as fazendas históricas e seus pontos geográficos, os aspectos econômicos e políticos, a inquisição dos judeus sefarditas dentre outros temas de igual relevo.
Em setembro de 2021, na Academia Norte-rio-grandense de Letras, o escritor promoveu o lançamento do livro “A História Continua… Saldanha e Veras e Suas Ramificações”, uma continuação de sua pesquisa. A obra é considerada completa e bem documentada, abordando temas como a origem da matriarca "Chiquinha do Mulungu", os entrelaçamentos familiares, fazendas históricas e seus pontos geográficos, aspectos econômicos e políticos, a inquisição dos judeus sefarditas, entre outros assuntos de igual relevância.
O engenheiro Fabiano Veras, primo do autor, responsável pelo prefácio de um dos livros, destaca no seu texto, que a compilação aproximou os demais parentes e simpatizantes aficionados pelas origens de um povo. E pontua: “Galbi Saldanha é um iluminado, abriu o baú do passado para transformá-lo nesta peça literária que revela a sua singela e profunda admiração pelas suas raízes, trazendo-nos relatos, causos e histórias, que, de agora por diante, graças ao seu memorável trabalho, ficarão marcadas para a posteridade”. O engenheiro e colaborador ressalta ainda: “Galbi narra, de forma clara e detalhada, a história dos diversos ramos das famílias Veras e Saldanha, revelando a diversidade e importância que essas famílias tiveram e ainda têm em nosso país, especialmente no Rio Grande do Norte.”
De prefaciador, Fabiano tornou-se também coautor de Galbi na obra “MEMORIAL POLÍTICO DOS VERAS E SALDANHAS”, lançada em abril deste ano na Assembleia Legislativa. A obra explora as origens político-partidárias dessas famílias, com o escritor Luiz Mariz, em resenha literária, destacando: “(…) cujas origens remontam ao Ceará e desempenharam papéis fundamentais na construção da história da região de Catolé do Rocha/Brejo do Cruz, Paraíba.”
O livro resgata figuras icônicas como o Capitão Joaquim da Silva Saldanha e esclarece as trajetórias políticas de vários membros do clã. O conteúdo explora, em detalhe, mandatos do final do século XIX, como os de deputados estaduais e federais, intendentes, prefeitos, vereadores, senadores e governador.
A narrativa histórica presente na obra oferece uma análise detalhada das complexas relações familiares e políticas, dignas de um roteiro cinematográfico sobre a história regional. O pesquisador e escritor Luiz Mariz ainda complementa: “Resgatar a memória de personagens que desempenharam papéis de destaque ao longo do tempo contribui significativamente para a compreensão da formação cultural, política e econômica da região onde essas famílias se estabeleceram e deixaram seu legado.”
Por fim, destaca-se a imparcialidade e respeito com que Galbi Saldanha tratou temas de cunho político e histórico, relatando os fatos com fidelidade e sem contaminações ideológicas. Esse compromisso com a verdade é de suma importância, especialmente considerando o viés observado em alguns novos historiadores formados por escolas acadêmicas. Com essa postura, a sociedade e as futuras gerações têm acesso a um conteúdo autêntico e confiável.
Dr. FERNANDO ANTÔNIO BEZERRA, conhecido como Fernandinho, é seridoense, filho de Antônio Bezerra Neto, conhecido como Fernandão, atual proprietário da histórica Fazenda Pendanga, localizada no município de Acari, Rio Grande do Norte. Essa propriedade pertenceu a seu ancestral Félix Pereira de Araújo Filho (também conhecido como Félix da Pendanga ou Félix Maranganha), que, por sua vez, era filho de Félix Araújo Pereira, conhecido como "Félix dos Garrotes". Fernandinho é bisneto, por outra linhagem, do destacado fazendeiro Silvino Adonias Bezerra (apelidado Balá) e, consequentemente, trineto do Cel. Silvino Bezerra de Araújo Galvão. Além disso, é sobrinho-neto do renomado médico e escritor Paulo Bezerra Balá.
Neste texto, reverenciamos o político, advogado, escritor, historiador, genealogista e membro do Instituto de Genealogia do Rio Grande do Norte. Fernandinho foi secretário de Estado e atuou profissionalmente como assessor na Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), onde estabeleceu fortes laços com empresários da indústria potiguar. Destacamos que ele é um cidadão honrado, de grande coração e temente a Deus, gozando de prestígio e respeito em sua comunidade. Bem-sucedido em todas as suas atividades, seu nome já é cogitado para compor chapa majoritária com o objetivo de disputar o pleito para o governo estadual.
Como escritor, Fernandinho herda a veia literária de seu tio Paulo Bezerra Balá, embora tenha desenvolvido seu próprio estilo, escrevendo sobre fatos e personalidades do Seridó. Ele já publicou diversas obras, entre as quais se destaca o livro "DO SERIDÓ QUE A GENTE AMA", uma coletânea de artigos previamente publicados, onde revela fatos e histórias com crônicas e artigos que retratam o cotidiano e as pessoas dos sertões seridoenses.
FERNANDO ANTÔNIO BEZERRA GALVÃO é natural de Currais Novos e
nasceu em 1956. É filho de Quintino Galvão (1897–1957) e de Valdenir Bezerra.
Neto, pelo lado paterno, de Ladislau Vasconcelos Galvão (1874–1943) e de
Francisca Xavier de Araújo (1876–1929). Bisneto de Cipriano Lopes de
Vasconcelos Galvão (1838–1926) e de Maria Marcionilla de Miranda (1837–1920).
Pelo ramo de Francisca Xavier, é bisneto do lendário Coronel José Bezerra de
Araújo Galvão (1843–1926), conhecido como Zé Bezerra da Aba da Serra, e de Antônia
Bertina de Araújo (1856–1893).
Sobre seu pai, recordamos que foi prefeito de Currais Novos,
eleito para o triênio 1922–1925. Assumiu o cargo em 1º de janeiro de 1922,
ainda muito jovem, mas já conhecido por sua integridade e evolução pessoal. Era
um homem de quem todos falavam bem. Quando o Major Quintino assumiu a chefia da
Intendência, organizou rapidamente as finanças do município, equilibrando o
orçamento. Construiu o prédio da cadeia pública, que, na época, foi considerado
um dos melhores do estado. Esse imóvel abrigou também o fórum jurídico, onde
inclusive foram realizadas audiências de júri. Hoje, funciona como a Câmara
Municipal. Quintino também promoveu uma limpeza geral na cidade, arborizando-a
com fícus-benjamim, e administrou o município, que por pouco não foi renomeado
para “Galvanópolis”, até 31 de dezembro de 1925.
Fernando Galvão, sempre hospitaleiro, recebendo com
frequência visitas em sua residência, acumulando contos, histórias,
"causos", fotografias antigas, entre outros itens. Intelectual
dedicado à leitura, à cultura e à história local, possui a virtude de
reconhecer suas próprias limitações e age de acordo com essa consciência. É um
gigante na arte de pesquisar as famílias do Seridó e resgatar histórias que
poderiam ser esquecidas. Outros estudiosos afirmam que ele tem um vasto
acervo de sobrenomes em sua memória. Lembrando que ele pesquisa a árvore
genealógica de Tomaz de Araújo Pereira, português do Minho que veio para o
Brasil no século XVIII, e que, em 5 de agosto de 2024, registrou nos seus
arquivos o nome da recém-nascida Giovanna Medeiros de Macêdo Pires Galvão,
alcançando a incrível marca acima de 25 mil registros, todos descendentes desse
tronco comum.
Ele
dedica especial atenção à família Bezerra do Seridó, descendente de Cipriano
Lopes Galvão Junior, que casou-se em 1794 com Teresa Maria José, filha de José
Bezerra de Menezes, migrando de Riacho do Sangue/CE para Santa Cruz/RN (Fazenda
Jacaracica). Teresa Maria José foi a pioneira desse ramo da família Bezerra que
desbravou o Seridó. Assim, ele é descendente desse casal, como quase todos
desse clã que se espalhou pela região e pelos sertões do Nordeste. Portanto, o
casal Cipriano e Teresa são avós do Coronel Silvino Bezerra, do Zé Bezerra da
Aba da Serra, de Cipriano Santa Rosa, de Manoel “Coquinho”, entre outros.
Dr. GREGÓRIO
CELSO MEDEIROS DE MACÊDO SILVA, é natural de Açu, nascido em 23 de abril de
1980. É filho de José Félix da Silva e Luzinete Medeiros de Macêdo Silva. Neto
de Gregório Soares de Macêdo e Rita Medeiros de Macêdo, sendo bisneto do
professor, advogado e ex-presidente da Intendência de Serra Negra do Norte,
João Soares de Macêdo, e de Ana Maria Soares de Macêdo. Gregório Celso é
trineto do coronel Antônio Soares de Macêdo e de Ana Senhorinha de Macêdo, bem
como de Manoel Antônio de Faria e Maria Senhorinha dos Anjos. O primeiro
trisavô era natural de Açu, enquanto os demais eram de Serra Negra do Norte,
pertencentes à família Pereira Monteiro.
Do Seridó,
também descende das famílias Correia Dantas, Medeiros Rocha, Wanderley e
outras, como os Pereira de Araújo. Deste último clã está ligado a ele pela
linhagem de Leonila Rosalina de Jesus (Nila), nascida em 31 de dezembro de
1874, que se estabeleceu na Serra da Garganta, em Florânia/RN. Leonila era neta
de Antônio
Pereira de Araújo (1781-1851) e de Maria José de Medeiros (1788-1858). Leonila
era sobrinha de Ana Marcolina de Jesus (Aninha do Ingá) e Porphíria Alexandrina
de Jesus, esta última esposa de Antônio Pires de Albuquerque Galvão Júnior,
ancestral de José Gentil Medeiros autor da presente.
Seu pai, José
Félix da Silva, filho de Celso Félix de Lima e Luzia Fernandes da Silva, tem
como passatempo favorito a leitura de tais livros nas tardes. Apesar de José
Félix ter nascido no sítio Porção, no município de Espírito Santo, às margens
do rio Jacu, ele prefere a literatura seridoense. A cidade de Espírito Santo
foi criada em 4 de janeiro de 1962, por meio da lei nº 2.726, durante o governo
de Aluízio Alves. O município foi desmembrado de Várzea e está localizado na
microrregião do Litoral Sul e na mesorregião Leste Potiguar.
Gregório Celso
de Macêdo é advogado, escritor, genealogista, historiador, pesquisador e um
diligente investigador. Entre suas manias, destaca-se sua biblioteca
particular, repleta de obras raras e de pesquisa, que guarnecem seu escritório.
Ele dedica especial atenção à história de sua cidade, acumulando estudos
valiosos. Seu acervo inclui obras de literatura, história, relatos de pessoas,
especialmente idosos, manuscritos históricos e literários, documentos,
periódicos, mapas, livros científicos e didáticos, iconografia etc. Desde os
anos 1990, ele organiza esse acervo, reunindo material sobre o Seridó e o Vale
do Açu, regiões ricas em belezas naturais e atrações socioculturais, com
exuberância cênica. Além disso, dedica-se a registros sobre o Rio Grande do
Norte.
Recentemente, escreveu
a obra “Uma Nova Diocese no Rio Grande do Norte”, a qual, segundo o prefaciador
George Macêdo, reuniu informações valiosas para a criação de uma nova diocese
da Igreja Católica Apostólica Romana na Província Eclesiástica do Rio Grande do
Norte, com sede episcopal na cidade de Açu. A obra destaca que Dom João Santos
Cardoso, Arcebispo Metropolitano de Natal, determinou a formação de uma
comissão para elaborar estudos e levantamentos voltados à criação de mais duas
dioceses no estado potiguar.
O anúncio
solene e histórico foi feito durante a festa do padroeiro São João Batista, com
a presença do Bispo Diocesano de Mossoró. Na ocasião, foi proclamada a criação
da comissão encarregada dos estudos para o novo bispado, que teria constituição
interdiocesana. Segundo Dom Francisco de Sales Alencar Batista, a proposta visa
atender a um anseio antigo do povo de Deus das regiões envolvidas e representa
um passo importante para fortalecer a missão evangelizadora da Igreja.
A região do
Vale do Açu e a Região Salineira têm demonstrado grande dinamismo e relevância
estratégica para o Estado. Além disso, o livro apresenta dados históricos
significativos que enriquecem o entendimento sobre essa iniciativa.
HAROLDO PINHEIRO BORGES nasceu em maio de 1936 na Fazenda Queimadas, posteriormente renomeada para Fazenda Bom Destino, no atual município de São Tomé, próximo ao Seridó. É filho de Francisco Pinheiro Borges (1900–1981) e de Josepha Bezerra de Araújo (1912–1985). Pela linha paterna, é neto de João Batista Pinheiro Borges e Joana Ferreira de Lima, e, pela linha materna, de Joaquim da Virgem Pereira e Cipriana Bezerra de Albuquerque Galvão (1874–?).
Casou-se com Mônica Maria Augusta Lisboa de Viveiros em maio de 1964. Após esse importante evento de sua vida, passou a residir em Natal, no Rio Grande do Norte. O casal teve quatro filhos: Eduardo Augusto, Ricardo José, Adriana Augusta e Luciana Augusta, todos já casados. Seus filhos, genros, noras e netos são fontes de orgulho e alegria para o autor, que segue firme na escrita, recompensando seu público leitor com obras primorosas, como o manuscrito "ABRINDO A CANCELA DAS LEMBRANÇAS”, divulgado em 2015.
Haroldo estudou em Natal/RN e Recife/PE. Começou a trabalhar na fazenda da família em 1958 e, na década de 1960, foi convocado pelo pai para assumir as funções de administrador da Fazenda Riacho do Meio, em Cruzeta/RN, herdada de sua mãe. Sua atuação profissional continuou mesmo após sua mudança para Natal/RN, mantendo-se ativo na agricultura e na pecuária. No final da década mencionada, co-fundou a primeira indústria de beneficiamento de leite pasteurizado de Natal/RN. Já no início dos anos 1970, ingressou no ramo da indústria de confecções, tornando-se sócio das Confecções Super Ltda. Em 1976, fundou, com sua esposa Mônica, a empresa Posto Potiguar Ltda, atualmente registrada como Grupo Pinheiro Borges, com sede em Parnamirim.
É importante destacar sua atuação institucional. Haroldo foi fundador e presidente do SINDIPOSTOS-RN e vice-presidente da Federação Nacional (FECOMBUSTÍVEIS). Atuou também como juiz classista no Tribunal Regional do Trabalho, representando a classe empresarial junto ao TRT da 21ª Região, e foi presidente da AJUCLA (Associação dos Juízes Classistas da Justiça do Trabalho da 21ª Região).
HUMBERTO HERMENEGILDO DE ARAÚJO é acariense e nasceu em 1959, no sítio Cajueiro, na mesma casa onde gritou o Dr. João Valentino Dantas Pinajé que foi o Presidente da Província do Rio Grande nos idos de 1838. Reside em Natal/RN desde 1972. É primo do Dr. Pinajé e filho de Carlos Braz de Araújo e Terezinha Maria de Araújo. Seus avós paternos são Benedito Hermenegildo de Araújo e Maria Auta de Araújo; os maternos, Ananias Pedro dos Santos e Joana Benícia de Jesus. Descende, pelo lado paterno, de Caetano Batista dos Santos e Guilhermina Umbelina de Araújo. Caetano era neto de Antônio Azevedo Maia e Micaela Dantas Pereira por parte materna e, por parte paterna, de João Alves dos Santos. Guilhermina Umbelina de Araújo, por sua vez, era neta de Tomás de Araújo Pereira. Pelo lado materno, é também descendente de Joaquim Cordeiro dos Santos, trineto de Francisco Cardozo dos Santos, um dos pioneiros do Bico da Arara, em Acari/RN. Sua ancestralidade, portanto, abrange todo o Seridó, com raízes nas famílias fundadoras de Acari/RN.
Professor de literatura e escritor, possui graduação em Letras (UFRN), mestrado em Teoria e História Literária (UNICAMP), doutorado em Letras (UFPB) e pós-doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada (FFLCH/USP). Foi aprovado em concurso público conforme o artigo 97 da Constituição Federal, preenchendo os requisitos legais para o cargo de professor de Teoria da Literatura na UFRN. Três anos depois, em 1985, já recebia homenagens como professor de destaque no Campus de Nova Cruz. Hoje, é membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras. É autor de diversos livros, ensaios, artigos e publicações na área de literatura, destacando-se: Modernismo - anos 20 no Rio Grande do Norte (1995); O lirismo nos quintais pobres: a poesia de Jorge Fernandes (1997); Asas de Sófia: ensaios cascudianos (1998); Poemas Argueirinha (2017), premiado em 2016 no Concurso Coleção Vertentes - Prêmio de Poesia, promovido pela Editora da UFG.
Como colaborador, participa do Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-rio-grandenses, da UFRN. Dedicado à pesquisa, sobretudo como professor titular da UFRN, especializou-se em moderna literatura brasileira, regionalismo, epistolografia, literatura e ensino, com ênfase na literatura local e regional, literatura comparada, crítica literária e história literária. Sua trajetória como poeta começou ainda no curso de Letras, publicando no jornal alternativo Letreiro, ambiente que compartilhou com a escritora Anchella Monte. Colaborou com o jornal-pôster Dito e Feito, em 1980, e teve poemas incluídos na coletânea Grande Ponto (1981), publicada pela Editora Universitária e reunindo jovens escritores e autores mais experientes.
A escrita do autor diferencia-se e caracteriza-se por uma linguagem poética e clássica que, ao mesmo tempo, funde-se com elementos cultos e bem elaborados. Ao abordar suas influências, é inevitável compará-lo a nomes como José Lins do Rego, Elza Bezerra e Guimarães Rosa, entre outros. O livro Modernismo - anos 20 no Rio Grande do Norte (1995), como ressalta o crítico Simon, é amplamente reconhecido por problematizar o movimento modernista no Rio Grande do Norte, inserindo-o no contexto da moderna literatura brasileira e articulando a “dialética do localismo e do cosmopolitismo” (Antônio Cândido).
A obra oferece uma análise detalhada do movimento modernista dos anos 1920 e da produção de Jorge Fernandes, especialmente com seu Livro de Poemas (1927). Publicou ainda diversos estudos sobre o modernismo no Rio Grande do Norte, com foco na poesia, além de trabalhos sobre Luís da Câmara Cascudo e outros autores, como Palmyra Wanderley – Entre Trinta Botões de Uma Roseira Brava: Estudo crítico e seleção de poemas (EDUFRN, 2018). Humberto Hermenegildo continua seus estudos em Literatura Comparada, Crítica Literária e História Literária, abordando temas como moderna literatura brasileira, regionalismo, correspondência, literatura e ensino.
Em 2017, ano da perda do notável regionalista Paulo Bezerra Balá, Humberto lançou Rastejo, obra considerada clássica e comparada aos trabalhos de Elza Bezerra, em estilo marcado pelo uso de figuras de linguagem complexas, como metáforas, sinestesias e perífrases, sem comprometer a estrutura gramatical. Esses autores, como Humberto, são referências essenciais da literatura regional.
IAPERI SOARES DE ARAÚJO nasceu em São Vicente/RN
no ano de 1945. Filho de Joaquim Araújo Filho (1911/1975) e de Milka
Soares de Araújo (1915/2015). Neto de Marcionila Maria e Joaquim Lopes de
Araújo Cananéia. Seu pai foi cidadão influente na região
seridoense. Descendente de Thomaz de Araújo que foi Presidente da
Província do Rio Grande após a independência do Brasil, o único nomeado
diretamente pelo Imperador Dom Pedro I.
Em 1956, toda a família, que já residia em
Currais Novos desde o final da década de 1940, mudou-se para Natal, capital do
estado. A partir daí, Iaperi deu um salto em sua vida acadêmica, tornando-se
médico, desenhista, escritor, poeta, crítico de arte e um apreciador das
belas-artes, demonstrando grande habilidade e vocação artística. Realizou uma
importante exposição no Palácio Potengi, onde exibiu fotos, objetos pessoais e
telas de sua autoria, em comemoração ao centenário de nascimento de seu pai
(2011) e de sua mãe (2015).
Foi professor de Medicina da Universidade Federal
do Rio Grande do Norte (UFRN), onde atuou por 42 anos. Durante esse período,
foi chefe da disciplina de Clínica Obstétrica, chefe do Departamento de
Toco-Ginecologia em cinco ocasiões, coordenador da residência médica,
vice-coordenador do curso de Medicina e presidente do Conselho de Curadores da
UFRN. Também presidiu a Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do
Norte (SOGORN) e foi secretário executivo por dois mandatos da Sociedade de
Ginecologia e Obstetrícia do Nordeste (SOGINNE).
Exerceu cargos de gestão pública na área
cultural, como superintendente do Teatro Alberto Maranhão (1982-1987),
secretário municipal de Cultura de Natal (1988-1989), presidente da Fundação
José Augusto (1991-1995) e seu diretor de 2016 a 2018. Também foi diretor da
Maternidade Escola Januário Cicco entre 1997 e 1999. Como escritor, publicou
quase uma centena de livros, entre os quais se destacam: Maria Santíssima, Uma
Pintora Popular, Maria Santíssima, uma Canção Ingênua, Elementos da Arte
Popular, Centenário de Joaquim Araújo Filho (1911-2011) e Sementes, Centenário
de Milka Soares de Araújo (1915-2015). Suas obras abrangem diversos gêneros,
incluindo contos, poesias, prosas, ensaios literários, memoriais e artigos
acadêmicos, além de contribuições em livros sobre medicina e anestesia
obstétrica.
Como artista, participou de mais de 400 exposições coletivas e 53
individuais, recebendo prêmios em exposições em Natal e na Bienal de Artistas
Primitivos do Brasil, em Piracicaba/SP. No início de sua carreira artística,
retrata temas e costumes do Nordeste, abordando festas populares, fantasias e
alegorias. Posteriormente, envolveu-se com movimentos vanguardistas do estado,
como a poesia concreta, poesia visual e arte visual, participando de diversas
exposições coletivas e individuais ao longo das décadas de 1960 a 2000, em
locais como a Fundação Armando Álvares Penteado (São Paulo/SP), a Galeria de
Artes da Biblioteca Pública Câmara Cascudo (Natal/RN) e a Bienal Brasileira de
Arte Naif do SESC, em Piracicaba/SP.
Num período de sua vida cultural, ligou-se aos movimentos
vanguardistas do Estado com a poesia concreta, poesia visual e arte
visual. A partir daí, participou de diversas exposições coletivas, a
saber: 1963 - Primeira exposição de Poesia Ilustrada, Galeria de Artes de
Natal; mostras individuais: 1965 - Galeria de
Artes, Natal/RN (1967 - Fundação José Augusto. 1969 - Galeria de Artes Villa
Flor, Natal/RN.1968 - Primeira exposição Internacional de
Gravuras, Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo/SP.; 1980 - Galeria de Artes da Biblioteca Pública Câmara
Cascudo, Natal/RN. 1982 - Nove Temas da Literatura Popular e
Tragédias da Vida, Galeria Convivart, Natal/RN. 1984 - Primeiro salão de
Pintores Primitivos, Galeria do Atelier Dorian Gray, Natal/RN; Museu de Arte
Primitiva José Nazareno Miméssi, Assis/SP. 1985
- Galeria de Artes da Biblioteca Pública Câmara Cascudo. 1991 -
Kunstsammlung Von Brasilianisclies Kunstler, Tübingen, Alemanha. 1993 - Viva
Goiás na Arte Popular, Galeria de Artes Sebastião Reis, Goiânia/GO. 1994 - Galeria de Artes da Biblioteca Pública
Câmara Cascudo. 1998 - Galeria de
Artes da Capitania das Artes, Natal/RN, o que notadamente, como expresso,
dezenas de exposições individuais e centenas de exposições coletivas de
artes. 1994 - 1998 - 2002 - Bienal Brasileira de Arte
Naif/Sesc, Piracicaba/SP.
Fundador da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, presidiu a
Associação Brasileira de Medicina Popular e foi membro da Academia
Norte-Rio-Grandense de Letras, além dos Institutos Histórico e Geográfico do RN
e de Goiás. Presidiu a Comissão Norte-Rio-Grandense de Folclore, sucedendo
Deífilo Gurgel, e integrou o Conselho Estadual dos Desportos por 10 anos, o
Conselho Diretor da FENSAT, o Conselho Diretor da Fundação José Augusto, o
Conselho Penitenciário do RN e o Departamento de Toco-Ginecologia da UFRN por
mais de 14 anos.
Foi presidente do Conselho Estadual de Cultura por 8 anos. É
membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras e dos Institutos Histórico e
Geográfico do RN e de Goiás. Recebeu várias honrarias, incluindo a Medalha
Santos Dumont da Aeronáutica, o título de Amigo da Marinha, as medalhas Alberto
Maranhão e Deífilo Gurgel do Governo do Estado, o Mérito Desportivo pelos 10
anos como presidente do Conselho Estadual de Desportos, o Mérito da Educação da
Prefeitura de Natal, o Mérito Seabra Fagundes do Tribunal Regional do Trabalho
e o Mérito Nacional Moacyr Scliar em Medicina, Cultura e Artes pelo Conselho
Federal de Medicina.
IVANALDO BEZERRA DE
ARAÚJO GALVÃO nasceu em abril de 1938. Natural de Acari/RN, é filho do Major
Sátiro Bezerra de Araújo Galvão e de Beatriz Mirtes de Araújo Bezerra. Neto,
pela linha paterna, de Manoel Bezerra de Araújo Galvão Junior (Coquinho Junior)
e Francisca Umbelina Bezerra (Chiquinha), tendo como bisavô o Cel. Manoel
Bezerra de Araújo Galvão (1838 - 1922) e a bisavó Ana de Araújo Pereira, ou Ana
Maria de Jesus (1845 - 1890), o primeiro mestre da Banda de Música de Acari.
Bisneto de Thomaz Lopes de Araújo Galvão (1845 - 1890) e Maria Theodora de
Jesus (1848 - 1889). Neto, pela linha materna, de Manoel Ubaldo da Silva Neto e
Leolina Sérvula de Araújo. Irmão de Ismênia, Ivanilde, Ilze, Inalda e Ivalda.
Economista formado pelo Instituto Bennett
do Rio de Janeiro, com diploma de Técnico em Desenvolvimento Econômico
conferido pela Cepal - Comissão Econômica para a América Latina, órgão da ONU,
a partir do qual ingressou nos quadros da SUDENE, em Recife. Participou de
cursos de planejamento rural e organização agrária em Israel e nos EUA,
patrocinados pela OEA e Banco Mundial, além de um estágio no Ente Maremma, na
Itália. Também no setor público, exerceu funções de relevância em distintas
ocasiões, destacando-se como Chefe de Gabinete do Ministro da Integração
Nacional, em Brasília, e como Secretário de Estado do Turismo no Rio Grande do
Norte. Foi diretor e consultor de empresas em Recife, Rio de Janeiro, São
Paulo, Assunção (Paraguai), Brasília e outras localidades. Nos últimos tempos,
teve atuação nas áreas de hotelaria, desenvolvimento imobiliário e consultoria
econômica.
Escreveu o livro ‘ACARI, ANOS 40 - MINHA
RAIZ, MEU BERÇO, MINHA REFERÊNCIA’ em 2015, que teve grande aceitação entre
familiares, conterrâneos e apreciadores da literatura regional e universal.
Trata-se de uma obra literária, publicada em volume único, com mais de 242
páginas, além da capa, que foi um projeto gráfico da 'Mariz Comunicação
Integrada' e devidamente revisada por Inalda Bezerra de Araújo Galvão. A obra
contou com imagens do blog 'acaridomeuamor.nafoto.net', do acervo familiar e de
Moraes Neto. Do sumário enumera o que importou em sua rebuscada memória: 'Anos 40
- Pessoas, Fatos e Costumes - Dona Mirtes, Nossa Mãe - Major Sátiro, Nosso Pai
- Grupo Escolar Tomaz de Araújo - Religiosidade - Tio Mário - Dé, Maria de
Cuncum - Chuvas Milagrosas - Vida no Campo - Meninas - Menino - Banhos de Açude
- Caça e Pesca - Vaqueiro, Compadre Arnô - Garimpando Emoções.'
Para o autor, o livro são reminiscências
da infância vivida em Acari, abarcando tanto a vida urbana quanto rural, num
bucolismo árcade, com relatos intimistas e autênticos sobre pessoas, objetos,
fatos e costumes, pintando um quadro provinciano e tranquilo. Esse cenário
contrasta, segundo o escritor, com a violência e barbárie que ocorriam na
Europa no mesmo período, em plena Segunda Guerra Mundial. O livro também
registra aspectos sociais, econômicos e ambientais do semiárido nordestino,
particularmente em relação ao fenômeno das secas prolongadas, abordando a
cultura do algodão consorciada com a lavoura de subsistência, a pecuária
incipiente de corte e de leite e a açudagem como única forma de dessedentar
pessoas e rebanhos durante os períodos de estiagem.
Nesse ínterim, o primo ‘maranganha’ e
também escritor Paulo Balá prefaciou o livro, escrevendo o seguinte: “Todo
aquele mundo Ivanaldo Bezerra de Araújo Galvão viveu e anotou nas páginas
virgens de sua memória, a inteiração de todo um sistema trazido de longe e
cravado no sertão no qual a ajuda mútua e solidária despontava como princípio
pétreo, burilando lenta e gradativamente a sua personalidade, a maneira de
discernir entre o correto e o errado, de reconhecer a verdade e o sentimento
equilibrado de analisar os fatos em todas as suas nuances, com palavras
simples. Foi além dos limites da sua terra para alargar seus conhecimentos,
amadurecendo suas qualidades de homem reto, trabalhador e íntegro sem jamais esquecer
a sua origem. Amadurecido firmou o caráter e alcançando postos de mando, se
houve em retilínea atividade, de mãos limpas e cabeça erguida. Ao ilustre
filho, pelo importante livro, o Acari agradece”.
JOSÉ BEZERRA DE ARAÚJO, conhecido como "Bezerrinha", nasceu em 1969 na cidade de Acari/RN. É esposo de Rosinalva da Silva Bezerra. Filho de Júlio Bezerra de Araújo e Ana Rosa de Medeiros, é neto de Manoel Bezerra de Araújo Galvão Júnior, conhecido como "Coquinho" (1862-1948) — que foi tesoureiro da Paróquia de Nossa Senhora da Guia por mais de 50 anos, atuando como pacificador, um verdadeiro juiz sem diploma — e de Francisca Umbelina Bezerra (1867-1959). Pela linha materna, é neto de Raimundo Celestino de Medeiros (1900-1986) e Adélia Dias de Medeiros (1909-1970).
É bisneto do Cel. Manoel Bezerra de Araújo Galvão (1838-1922) e de Ana de Araújo Pereira, também conhecida como Ana Maria de Jesus (1845-1890). O Cel. Manoel Bezerra foi o primeiro mestre da Banda de Música de Acari. Trineto de Thomaz Lopes de Araújo Galvão (1845-1890) e de Maria Theodora de Jesus (1848-1889). Pela linha materna, é bisneto de João Celestino de Medeiros (1864- ) e Izabel Maria Bezerra de Araújo (1870-). "Bezerrinha" também é descendente de Manoel Dias de Araújo e Ana Rosa de Medeiros, Gil Braz da Silva e Maria Bezerra de Araújo.
São seus trisavos paternos: Cel. Cipriano Bezerra Galvão (1809-1899) e Izabel Cândida de Jesus (1819-1873); Major Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1797-1857) e Guilhermina Francisca de Medeiros Rocha (1802-1840); Cel. Cipriano Lopes Galvão (1807-1862) e Ana Marcolina de Jesus (1817-1900); Cel. João Damasceno de Araújo Pereira (1827-1908) e Tereza Alexandrina de Jesus. E, pelos maternos: Manoel Celestino de Medeiros e Joaquina Senhorinha da Silva, João Bezerra de Araújo Galvão e Maria Senhorinha de Jesus (1851-), Francisco Dias de Araújo e Raquel Iluminata de Araújo, Tenente Antônio Galdino de Medeiros e Ana Rosa de Medeiros (1854-1942), Germano Alves dos Santos e Rita Maria da Conceição.
Entre seus tetravós paternos, encontram-se: Cel. Cipriano Lopes Galvão Júnior (1769-1809), Thereza Maria José (1774-1842), Antônio Pires e Theodora Maria de Jesus (de Boa Vista, Recife/PE); Antônio de Araújo Pereira (1781-1851) e Maria José de Medeiros (1788-1858); Capitão-mor Manoel de Medeiros Rocha (1755-1837) e Ana de Araújo Pereira (1760-1834); Manoel Lopes Pequeno (1788-1859) e Ana Maria da Circuncisão (1786-1846). Pelos maternos, temos: José Martins de Medeiros e Gertrudes Maria da Encarnação; Francisco Gomes da Silva e Izabel da Hungria de Medeiros; Cel. Cipriano Bezerra Galvão (1809-1899) e Izabel Cândida de Jesus (1819-1873); Joaquim de Araújo Pereira (1829-1911) e Apolônia Francelina de Medeiros; André Dias de Araújo e Maria Sebastiana da Conceição; Bento Fernandes e Maria Filomena de Araújo; Thomaz Freire de Araújo e Mariana Lúcia Dantas.
O genealogista "Bezerrinha" delineou as famílias da Ribeira da Acauã, na região do Seridó, com um extenso levantamento genealógico, registrando seus pentavós, hexavós, septavós, octavós, nonavós e decavós, avançando até a décima quarta geração. Esse trabalho destaca-o como um importante estudioso na genealogia da região, sendo um dos precursores na pesquisa e exploração de um tema tão complexo. Ele costuma afirmar que, para existir, cada pessoa precisa de: 2 pais, 4 avós, 8 bisavós, 16 trisavós, 32 tetravós, 64 pentavós, 128 hexavós, 256 heptavós, 512 octavós, 1024 eneavós e 2048 decavós. Somando as 11 últimas gerações, foram necessários 4094 ancestrais ao longo de cerca de 300 anos antes de nós nascermos! Reflita por um momento: de onde eles vieram? Quantas lutas enfrentaram? Por quantas privações passaram? Quantas guerras vivenciaram? Quantas adversidades superaram? Ao mesmo tempo, quanto amor, força, alegria e incentivo nos deixaram? Cada um deles deixou uma força de sobrevivência que hoje nos mantém vivos. Existimos graças a tudo o que cada um deles enfrentou.
Em sua produção literária, constam: ‘ACARI ICONOGRÁFICO’ (2000); ‘É TEMPO DE LEMBRAR, ANTES QUE A MEMÓRIA SE APAGUE’ (2023). Em 2024, por ocasião da emancipação do município de Acari, o autor retorna à literatura com o lançamento de ‘QUEM É QUEM? PELAS RUAS QUE ANDEI’ (Bairros, Avenidas, Ruas, Praças e Afins), uma obra singular que traz à luz ilustres personagens esquecidos pela memória popular.
Segundo o historiador Francisco Canindé de Medeiros, o autor "faz um itinerário valioso, percorrendo os bairros e logradouros de Acari, partindo de sua própria família, no local onde Manoel Esteves de Andrade erigiu o marco fundador da cidade: a Capela de Nossa Senhora da Guia, hoje Igreja do Rosário, patrimônio histórico e artístico nacional, venerável ermida, guardiã das memórias ancestrais e do pó das primeiras gerações de acarienses."











Comentários
Postar um comentário